O Que não Contaram Sobre o Titanic

30/08/2015

Há 100 anos, acontecia uma das maiores tragédias da história da humanidade. Quase três horas após a colisão com um iceberg, nas águas congelantes do Atlântico Norte, o Titanic submergiu. O célebre naufrágio do navio “inafundável”, imortalizado por Hollywood, que causou a morte de 1523 pessoas, ainda hoje é intrigante.

O autor Bill Hughes, em seu livro “Os Terroristas Secretos”, já divulgado no blog Minuto Profético, traz surpreendes revelações sobre o que pode ter acontecido a bordo do luxuoso transatlântico britânico.

http://minutoprofetico.blogspot.com.br/2011/01/os-terroristas-secretos.html

Abaixo, está o capítulo referente ao tema em questão, traduzido do espanhol.

Capítulo 5: O Naufrágio do Titanic

Quando pensamos no que têm ocorrido na História, dos últimos cem a duzentos anos, existem certos eventos que se distinguem por haverem sido de maior horror, grande surpresa e grande tristeza. Dos muitos que vêm à minha mente, o mais devastador tem sido a destruição do World Trade Center, na cidade de Nova York, e o naufrágio do Titanic.

As maiores tragédias dos últimos duzentos anos podem ser atribuídas ao Jesuítas. Sabemos hoje em dia que os Jesuítas planejaram e levaram a cabo o naufrágio do Titanic, e mostraremos porque eles fizeram isso.

Desde o princípio dos anos de 1830, a América não tinha um Banco Central. Os Jesuítas desejavam desesperadamente um Banco Central na América para poder colocar uma reserva sem limites para o financiamento de muitas guerras e para outras tramas ocultas ao redor do mundo.

Em 1910, reuniram-se sete homens na ilha de Jekyll, na costa da Georgia, para estabelecer um Banco Central, ao que chamaram de “Banco de Reserva Federal” (Federal Reserve Bank). Estes homens eram Nelson Aldrich e Frank Vanderlip (ambos representando o império dos Rockefeller); Henry Davidson, Charles Norton e Benjamin Strong (representando J.P. Morgan); Paul Warburg (representando a dinastia banqueira europeia dos Rothschild). Vimos anteriormente [no livro] que os Rothschild foram os agentes banqueiros que serviram aos papas Jesuítas, conservando a chave das riquezas da Igreja Romana.

Os Morgan eram competidores amigáveis com os Rothschild e chegaram a ser muito unidos socialmente com eles. A empresa Morgan, em Londres, havia sido salva da ruína financeira no ano de 1857 pelo banco da Inglaterra – sobre o qual os Rothschild tinham uma grande influência. Logo, Morgan parecia haver sido um agente financeiro dos Rothschild e feito todo o possível por parecer completamente americano…

Sua entrada [dos Rockefeller] nesse ramo bancário não foi recebida com aprovação da parte de Morgan, pelo que se converteram em ferozes competidores. Eventualmente, decidiram minimizar sua competitividade e começaram a compartilhar aventuras. Ao final, trabalharam juntos para criar um cartel nacional, chamado de Sistema de Reserva Federal. — G. Edward Griffin. “The Creature from Jekyll Island”, American Opinión Publishing, p.209.

Estas três famílias financeiras, os Rothschild, os Morgan e os Rockefeller, (obedientes a Ordem dos Jesuítas, porque os Jesuítas se infiltravam em suas organizações) fariam o que fosse necessário para destruir as liberdades constitucionais na América e para lograr que o papa dominasse o mundo [este segundo aspecto é a principal função dos jesuítas desde sua criação no século XVI]. Se olharmos para trás, desde o século XX, vemos o quanto os Jesuítas tem obtido êxito. Continua-se gastando mal as riquezas da América e atacando continuamente a Constituição e as liberdades. O poder do papa na cidade do Vaticano está aumentando. Algum dia, lograrão um controle total outra vez.

A construção do Titanic iniciou-se em 1909, em um estaleiro na capital do norte da Irlanda. Belfast era uma cidade protestante, por isso era odiada pelos Jesuítas. A Primeira Guerra Mundial iniciaria anos depois [em 1914].

O Titanic era um dos barcos da “White Star Line”, uma companhia de transporte marítimo internacional. O negócio bancário não era o único em que Morgan tinha um forte interesse econômico. Fazendo uso do controle que tinha sobre as estradas de ferro da nação e usando o mesmo como ferramenta, havia criado um tipo de financiamento internacional que incluía as duas maiores linhas alemãs e uma das duas maiores na Inglaterra, a “White Star Line” – ibidem, p.246.

Havia um certo número de homens ricos e poderosos que declararam de forma resoluta que não favoreciam o Sistema de Reserva Federal. Então, os Jesuítas ordenaram a J.P. Morgan que construísse o Titanic. Este barco, supostamente “indestrutível”, serviria como o meio no qual encontrariam a morte aqueles que se opunham aos planos dos Jesuítas de estabelecer um Sistema de Reserva Federal.

Estes homens ricos e poderosos poderiam haver bloqueado o estabelecimento da Reserva Federal e, por isso, seus poderes e fortunas deveriam ser arrebatados de suas mãos. Tinham que ser destruídos por meios tão absurdos que ninguém suspeitaria que haviam sido assassinados e que os culpados haviam sido os Jesuítas. O Titanic foi o veículo de sua destruição. Para poder proteger o papado e os Jesuítas de qualquer suspeita, muitos irlandeses, franceses e católicos romanos italianos imigraram ao novo mundo a bordo do Titanic. Eram pessoas que podiam morrer sem que se considerasse suas mortes como algo importante. Os protestantes de Belfast que queriam migrar para os EUA também foram convidados para estar a bordo.

Todos os homens ricos e poderosos que os Jesuítas queriam desfazer-se foram convidados a adentrarem ao barco. Três dos mais ricos e poderosos destes foram Benjamin Guggenheim, Isador Strauss e John Jacob Astor, possivelmente o homem mais rico do mundo. O total de suas riquezas, fazendo uso do valor do dólar daquela época, era mais de 500 milhões de dólares. Hoje, essa quantidade de dinheiro, teria um valor de onze bilhões de dólares. Estes três homens foram motivados a adentrar ao “Palácio Flutuante”. Tinham que ser destruídos porque os Jesuítas sabiam que eles utilizariam suas riquezas e suas influências para se oporem ao Banco de Reserva Federal e também fariam oposição às várias guerras que estavam sendo planejadas.

Edward Smith era o capitão do Titanic. Ele havia navegado pelas águas do Atlântico Norte por 26 anos e era considerado o mais famoso mestre das rotas daquela região marítima. Ele havia trabalhado com o jesuíta J.P. Morgan por muitos anos.

Smith era um “jesuíta laico”. Isso significa que ele não era um sacerdote, mas um jesuíta de baixa graduação. Os jesuítas não são necessariamente sacerdotes. Aqueles que não são sacerdotes servem a Ordem através de suas profissões. Qualquer um pode ser um jesuíta e sua identidade não ser conhecida. Edward Smith serviu a Ordem dos Jesuítas em sua profissão de Capitão de Mar.

Existem muitos pontos interessantes acerca do Titanic e os mesmos de discutem em um vídeo feito pela National Geographic, em 1986. O vídeo se intitula “Os Segredos do Titanic”. Quando o Titanic partiu do sul da Inglaterra em 10 de abril de 1912, Francis Browne, o mestre jesuíta de Edward Smith, adentrou ao Titanic. Este homem era o jesuíta mais poderoso em toda a Irlanda e respondia diretamente ao general da Ordem em Roma. O vídeo declara:

“Um sacerdote em férias, o Padre Francis Browne, obteve várias fotos ‘quentes’ de seus companheiros a bordo, a maioria deles de viagem a eternidade. No dia seguinte, o Titanic fez sua última parada na costa do povoado de Queens, na Irlanda. Ali, várias pessoas trouxeram ao barco os últimos passageiros; a maioria imigrantes irlandeses que buscavam estabelecer seus novos lugares na América. E ali desembarcou o afortunado Padre Browne… O Padre Browne viu o capitão Smith olhando desde a proa do Titanic a bordo de seu destino final”. – Os Segredos do Titanic. National Geographic, Videotape, 1986.

Aqui se mostra a maldade dos Jesuítas ao máximo. O padre jesuíta, Francis Browne, adentrou ao Titanic, fotografou as vítimas, e possivelmente informou ao capitão acerca de seus juramentos como jesuíta e na manhã seguinte despediu-se. Eric J. Phelps. “Vatican Assasins”, Halycon Unified Services, p. 427.

Browne revisou com Edward Smith, pela última vez, quanto ao que ele teria de fazer nas águas do Atlântico Norte. O General Jesuíta disse a Francis Browne o que iria acontecer; Browne repassou a Smith e o resto é história. Edward Smith cria que o general Jesuíta “era o deus da sociedade [Jesuíta], e que nada, senão seu toque elétrico, poderia ativar seus corpos mortos e criar neles vida e ação. Até que ele não fale, eles são como serpentes enroladas em suas tumbas frias, sem vida e inativos; mas no momento em que ele dá as ordens, cada membro se levanta imediatamente, deixando tudo o que pudesse estar fazendo incompleto, preparados para assaltar ao que se lhes requer assaltar e golpear, onde quer que se peça que faça”.— R. W. Thompson. “The footprints of the Jesuits”, Hunt & Eaton. pp. 72,73.

A Edward Smith se ordenou afundar o Titanic e ele o fez como foi ordenado a fazer.

Pelo mandado de deus [o general jesuíta] é ilegal matar aos inocentes, roubar, cometer qualquer maldade, porque ele [o papa] é o deus da vida e da morte e de todas as coisas; portanto, nosso dever é cumprir com suas mensagens. — W. C.Brownlee. “Secret Instructions of the Jesuits”, American and Foreign Christian Union. p 143.

Não há ninguém na história de uma associação cuja organização haja prevalecido por 300 anos, sem troca e sem alteração, apesar dos ataques dos homens e dos tempos, e que haja exercido tão imensa influência sobre os destinos da humanidade. … “O fim justifica os meios” é sua frase favorita; e como seu único meio, como temos mostrado, a ordem está disposta a cometer qualquer tipo de crime. — G.B.Nicolini. “La Historia de los Jesuitas”, Henry G. Bohn, pp. 495, 496.

Recordemos o juramento que cada pessoa tem que fazer para formar parte de Ordem:

Devo considerar meu corpo como um corpo morto, sem vontade ou inteligência, como um crucificado que se entrega sem resistência a vontade daquele que maneja com um bastão em sua mão, quem a usa como se lhe requer e como melhor lhe apraz. – R.W. Thompson. The Footprints of the Jesuits, Hunt & Eaton, p. 54.

Quando uma pessoa faz o juramento dos Jesuítas, está atado a seu mestre até o dia de sua morte. Edward Smith havia se convertido em um homem sem vontade e sem inteligência. Ele cometeria qualquer crime que a Ordem lhe ordenara cometer. A Smith se lhe havia requerido que atuasse como mártir. A bordo do Titanic, naquela noite, Smith sabia qual era o seu trabalho. Estava sob juramento. O barco havia sido construído para os inimigos dos Jesuítas. Logo, há três dias no mar, com apenas um binóculo pra ver na proa, Smith acelerou o Titanic em sua máxima velocidade; a 22 nós, em uma noite escura, em um oceano completamente cheio de gelo, em uma área de aproximadamente 80 milhas quadradas.

Edward Smith fez tudo isso apesar de que havia recebido pelo menos oito telegramas advertindo que navegasse mais devagar, já que estava navegando muito rápido.

Necessitaria, Edward Smith, sequer um aviso? Não, ele havia navegado por essas águas por 26 anos. Ele sabia que haviam icebergs nessa área. Mas nem sequer oito avisos detiveram esse homem, que estava submetido ao juramento dos Jesuítas e abaixo de ordens específicas de destruir o Titanic.

Era um absurdo fazer repetidas advertências ao Capitão Smith, quanto a reduzir a velocidade do Titanic na noite da tragédia; era algo que parecia um absurdo. O fato de que Smith nunca escutou as advertências resultava em loucura. Ele havia recebido ordens de seu “deus” no Vaticano e nada lhe faria voltar atrás.

As enciclopédias mostram uma imagem trágica de Smith em seus últimos momentos. No momento em que veio a ordem de baixar os salva-vidas, Smith duvidou e um de seus ajudantes teve que enfrentá-lo para que desse a ordem. As habilidades legendárias de liderança de Smith pareciam haver o abandonado; curiosamente, estava indeciso e muito cauteloso naquela noite fatal.

Poderiam ser esses os adjetivos com os quais se descreve a um legendário capitão do mar com 26 anos de experiência? Ou são adjetivos que descrevem a um homem que estava lutando em sua mente se devia cumprir com seu dever de capitão do mar ou obedecer a seu amo que lhe havia ordenado a afundar o barco?

A esposa de John Jacob Astor subiu a um bote salva-vidas e sobreviveu, enquanto que seu esposo morreu nas águas do Atlântico Norte. Não havia suficientes botes salva-vidas e muitos deles estavam apenas ocupados pela metade de sua capacidade, com apenas crianças e mulheres.

Para prevenir o socorro de alguns barcos que pudessem estar perto, as balas que se disparavam para pedir ajuda eram brancas, quando deveriam ter sido vermelhas. As balas brancas significavam que estavam tendo uma festa.

Uma das maiores tragédias do século XX, o naufrágio do Titanic, se encontra ligado diretamente com a Ordem dos Jesuítas. O barco, supostamente indestrutível, o “Palácio Flutuante”, fora criado para converter-se na tumba dos ricos que se opunham ao Sistema de Reserva Federal. Naquela tragédia, eliminaram-se todas as oposições. Em dezembro de 1913, surgiu o Sistema de Reserva Federal nos EUA. Oito meses depois, os Jesuítas tinham fundos suficientes através do “Federal Reserve Bank” para financiar a Primeira Guerra Mundial.

Nota #EP: Para saber mais sobre os assuntos relacionados aos Jesuítas e o sistema financeiro, mencionados pelo autor, sugiro pesquisas no mesmo blog citado.

Pensando aqui: Sempre ouvi dizer que “Titanic” significava que nem Deus era capaz de afundar o barco – não sei se é este o significado, realmente. Por ter acontecido a tragédia, diz-se, então: “Deus castigou, afundando o barco”. Mas, com tantos inocentes a bordo (Deus não é um terrorista) e diante desse testemunho de Bill Hughes, supostamente verifica-se que quem afundou mesmo foi o diabo e ainda quis atribuir culpa a Deus.

Breve Cristo virá! As tragédias e o mal deixarão de existir, e tudo que está oculto será esclarecido.

“Nada há encoberto que não venha a ser revelado” Mateus 10:26

Links: http://ensaioprofetico.blogspot.ch/2012/04/o-que-nao-contaram-sobre-o-titanic_14.html

———————————————————————————————————————————————

John Kennedy e a Lista de Presidentes Assassinados

30/08/2015

Em 4 de junho de 1963, um decreto presidencial praticamente desconhecido, a Ordem Executiva 11110, foi assinado com a autoridade para, basicamente tira o Banco Rothschild do seu poder de emprestar dinheiro ao Governo Federal dos Estados Unidos em juros.

Com o golpe de uma caneta, Presidente Kennedy declarou que a propriedade privada Rothschild Federal Reserve Bank logo estaria fora do negócio. O Christian Fellowship Lei exaustivamente pesquisado o assunto por meio do Registro Federal e Biblioteca do Congresso.

Podemos agora concluir com segurança que esta Ordem Executiva nunca foi revogada, alterada, ou substituído por qualquer Ordem Executiva subseqüente. Em termos simples, é ainda válido.

Quando o presidente John Fitzgerald Kennedy assinou esta Ordem, retornou ao governo federal dos Estados Unidos, especificamente o Departamento do Tesouro, o poder constitucional de criar e emitir moeda – dinheiro – sem passar pela propriedade privada Rothschild Federal Reserve Bank.

A Reserva Federal

Um mito que todos os americanos vivem com a charada é conhecido como o “Federal Reserve”. Ele vem como um choque para muitos descobrir que não é uma agência do governo dos Estados Unidos.

O nome “Federal Reserve Bank” foi concebido para enganar, e ainda o faz. Não é federal, nem é de propriedade do governo. Ele é de propriedade privada. Ele paga o seu próprio porte como qualquer outra corporação. Seus funcionários não estão em serviço civil. Sua propriedade física é mantida sob atos privados, e está sujeita a tributação local. Propriedade do governo, como você sabe, não é.

É um motor que criou riqueza privada que é inimaginável, mesmo para os mais financeiramente sofisticados. Permitiu uma elite imperial para manipular a nossa economia para a sua própria agenda e alistou-se o próprio governo como seu executor. Ele controla as vezes, dita empresa, afeta nossas casas e praticamente tudo em que estamos interessados.

É preciso força poderosa para manter um império, e este não é diferente. As preocupações da liderança do “Federal Reserve” e seus benfeitores internacionais secretas parecem ir bem além de moedas e juros.

Ordem Executiva 11110

Do presidente Kennedy Ordem Executiva 11110 deu o Departamento do Tesouro a autoridade explícita: “. Emitir certificados de prata contra qualquer lingote de prata, prata, ou dólares de prata padrão no Tesouraria”

Isto significa que, para cada onça de prata no cofre do Tesouro os EUA, o governo poderia introduzir dinheiro novo em circulação com base na prata ouro fisicamente realizada lá. Como resultado, mais de US $ 4 bilhões em Notas dos Estados Unidos foram colocadas em circulação em US $ 2 e $ 5 denominações.

$ 10 e $ 20 notas dos Estados Unidos não foram divulgados, mas estavam sendo impressas pelo Departamento do Tesouro quando Kennedy foi assassinado. Parece óbvio que o Presidente Kennedy sabia que as Notas da Reserva Federal que está sendo usado como moeda legal suposta eram contrárias à Constituição dos Estados Unidos da América.

“Notas dos Estados Unidos” foram emitidas como uma moeda sem juros e sem dívida apoiada por reservas de prata no Tesouro dos Estados Unidos.

Nós comparamos a “Federal Reserve Note”, emitido a partir do banco central privado dos Estados Unidos (Federal Reserve Bank a / k / a Sistema da Reserva Federal), com um “Estados Unidos de nota” do Tesouro dos Estados Unidos emitido pela Ordem Executiva do presidente Kennedy .

Eles quase idêntico, exceto se diz “Federal Reserve Note” no topo, enquanto o outro diz “United States nota”. Além disso, o Federal Reserve Note tem um selo verde eo número de série enquanto os Estados Unidos Nota tem um selo vermelho e número de série.

O presidente Kennedy foi assassinado em 22 de novembro de 1963 e os Estados Unidos Notes ele tinha emitido foram imediatamente retirados de circulação. Notas da Reserva Federal continuou a servir como moeda legal do país. De acordo com o Serviço Secreto dos Estados Unidos, 99% de todo o papel dos Estados Unidos “moeda” que circula em 1999 são Notas da Reserva Federal.

Kennedy sabia que, se os lastreados em prata Notas dos Estados Unidos foram amplamente divulgadas, teriam eliminado a exigência de Notas da Reserva Federal. Esta é uma forma muito simples questão de economia. O USN foi apoiado por prata e FRN não foi apoiado por qualquer coisa de valor intrínseco.

11110 Ordem Executiva deveria ter impedido a dívida nacional de atingir o seu nível actual (praticamente toda a quase US $ 9 trilhões em dívida federal foi criado desde 1963) se LBJ ou qualquer Presidente subseqüente foram para aplicá-la.

Teria quase imediatamente dado o Governo dos EUA a capacidade de reembolsar a sua dívida sem ir para os bancos privados da Reserva Federal e sendo cobrado juros para criar novo “dinheiro”. Ordem Executiva 11110 dos EUA deu a capacidade de, mais uma vez, criar o seu próprio dinheiro apoiado por prata e valor reino vale alguma coisa.

Novamente, de acordo com a nossa própria investigação, apenas cinco meses depois Kennedy foi assassinado, não mais dos Series 1958 “Certificados de Prata” foram emitidos tanto, e eles foram posteriormente retirados de circulação. Talvez o assassinato de JFK era um aviso a todos os futuros presidentes para não interferir com o controle de Rothschild Federal Reserve privado através da criação de dinheiro.

Parece muito claro que o presidente Kennedy desafiou os “poderes que existem por trás dos Estados Unidos e finanças do mundo”.

Em 22 de novembro de 1963, JFK foi morto a tiros em Dallas, Texas, em circunstâncias extremamente estranhas. Phyllis Hall, uma enfermeira que fazia parte das tentativas desesperadas para salvar a vida do presidente John F Kennedy depois que foi assassinado afirmou que ele foi baleado por um “mistério bala.” Há também fortes evidências envolvendo Lyndon B. Johnson (A seguir Presidente dos EUA) na conspiração de assassinato.

Lista de presidentes norte-americanos assassinados pelo cartel Rothschild Banking

Abraham Lincoln trabalhou corajosamente para evitar as tentativas do Rothschild para envolver-se no financiamento da Guerra Civil.

Curiosamente, foi o Czar da Rússia que forneceu a assistência necessária contra os britânicos e franceses, que estavam entre as forças motrizes por trás da secessão do Sul e seu financiamento subsequente. Rússia interveio, fornecendo forças navais para o bloqueio União do Sul em águas europeias, e deixando os dois países sabem que se eles tentaram se juntar à Confederação com as forças militares, eles também teriam que ir para a guerra com a Rússia.

Os interesses de Rothschild teve sucesso, através do seu agente de secretário do Tesouro Salmon P. Chase, para forçar uma lei (a Lei Nacional de Bancos) no Congresso a criação de um banco central federal fretado que tinha o poder de emitir US Bank Notes. Depois, Lincoln advertiu o povo americano:
“O poder do dinheiro presas sobre a nação em tempos de paz e conspira contra ela em tempos de adversidade. É mais despótico de monarquia, mais insolente do que a autocracia, mais egoísta do que a burocracia. Eu vejo, no futuro próximo, uma crise se aproximando que me enerva e me faz tremer pela segurança de nosso país. As corporações têm sido entronizado, uma era de corrupção se seguirá, eo poder do dinheiro do país se esforçará para prolongar o seu reinado, trabalhando em cima dos preconceitos do povo, até que a riqueza é agregado em poucas mãos, ea república é destruído “.
Lincoln continuou a lutar contra o banco central, e alguns acreditam agora que foi o seu sucesso antecipado em influenciar o Congresso para limitar a vida do Banco dos Estados Unidos para apenas os anos de guerra que foi o fator motivador por trás de seu assassinato.

The Lone assassino mito é nascido

Pesquisadores modernos descobriram evidências de uma conspiração maciça que liga as seguintes partes com o Banco de Rothschild: Secretário de Guerra Edwin Stanton, John Wilkes Booth, seus oito co-conspiradores de Lincoln, e mais de setenta funcionários do governo e empresários envolvidos na conspiração.

Quando o diário de Booth foi recuperado pelas tropas de Stanton, que foi entregue para Stanton. Quando mais tarde foi produzido durante o inquérito, dezoito páginas haviam sido arrancados. Estas páginas, contendo os nomes acima mencionados, foram encontrados mais tarde no sótão de um dos descendentes de Stanton.

Do tronco de Booth, uma mensagem codificada foi encontrado que o ligava diretamente para Judah P. Benjamin, o gerente da campanha de guerra civil no sul do país para a Casa de Rothschild. Quando a guerra terminou, a chave para o código foi encontrado na posse de Benjamin.

O assassino, retratado como um atirador solitário enlouquecido com alguns amigos radicais, escaparam por meio da única ponte em Washington não vigiado por tropas de Stanton.

“Booth” foi localizado escondido em um celeiro perto de Port Royal, Virginia, três dias depois de escapar de Washington. Ele foi baleado por um soldado chamado Boston Corbett, que disparou sem ordens. Quer ou não o homem morto era Booth ainda é um assunto de discórdia, mas a verdade é que quem quer que fosse, ele não teve chance de se identificar.

Foi Secretário de Guerra Edwin Stanton, que fez a identificação final. Alguns acreditam agora que um joguete foi usada e que o verdadeiro John Wilkes Booth escapou com a ajuda de Stanton.

Mary Todd Lincoln, ao saber da morte do marido, começou a gritar: “Oh, que terrível casa!” Historiadores anteriores considerou que esta enunciação espontânea referiu-se à Casa Branca. Alguns acreditam agora que ele pode ter sido direcionado para Thomas W. House, um corredor de arma, financeiro, e agente de Rothschild, durante a Guerra Civil, que estava ligado aos anti-Lincoln, interesses pró-banqueiro.

Andrew Jackson

Andrew Jackson foi o primeiro presidente do oeste dos Apalaches. Ele era único para os tempos em que foi eleito pelos eleitores, sem o apoio direto de uma organização política reconhecida.

Ele vetou a renovação da carta para o Banco dos Estados Unidos em 10 de julho de 1832.

Em 1835, o presidente Andrew Jackson declarou seu desdém para os banqueiros internacionais:
“Você é um antro das víboras. Tenho a intenção de distribui-lo para fora, e pelo deus eterno eu distribui-lo para fora. Se as pessoas entendidas somente a injustiça posto de nosso sistema monetário e bancário, haveria uma revolução antes de manhã.”
Seguiu-se uma (mal sucedida) tentativa de assassinato contra a vida do Presidente Jackson. Jackson tinha dito a seu vice-presidente, Martin Van Buren,
“O banco, o Sr. Van Buren, está tentando me matar.”
Foi este o início de um padrão de intrigas que iria assolar a própria Casa Branca nas próximas décadas? Foi o seu (e do Lincoln) morte relacionada por um fio invisível para os banqueiros internacionais?

James Garfield

Presidente James Abram Garfield, o nosso 20º presidente, tinha sido anteriormente presidente do Comitê de Apropriações da Casa e foi um especialista em questões fiscais.

(Após a sua eleição, entre outras coisas, ele nomeou um colecionador impopular de alfândega no New York, após o que os dois senadores de Nova York – Roscoe Conkling e Thomas Platt – renunciaram aos seus assentos).

Presidente Garfield declarou abertamente que quem controla a oferta de moeda iria controlar os negócios e atividades de todas as pessoas.

Depois de apenas quatro meses no cargo, o presidente Garfield foi disparado em uma estação ferroviária em 2 de julho de 1881. Outra coincidência.

O Trail of Blood continua

Nos anos 70 e 80, o congressista Larry P. McDonald liderou esforços para expor as participações ocultas e intenções dos interesses internacionais de dinheiro. Seus esforços encerrado em 31 de agosto de 1983, quando ele foi morto quando Korean Airlines 007 foi “acidentalmente” abatido no espaço aéreo soviético. Uma estranha coincidência, ao que parece.

O senador John Heinz eo ex-senador John Torre serviu nos comitês bancários e financeiros poderosos do Senado e foram criticado abertamente o Federal Reserve e do Estabelecimento Oriental. Em 4 de abril de 1991, o senador John Heinz foi morto em um acidente de avião perto de Filadélfia. No dia seguinte, 05 de abril de 1991, o ex-senador John Tower foi também morto em um acidente de avião. As coincidências parecem montar.

As tentativas de apenas auditar o Federal Reserve continuará a reunir-se com o fracasso. É praticamente impossível reunir apoio para qualquer questão que tem a vantagem de um apagão de mídia.

(A realidade bizarra, mas trágico que o povo americano sofre de uma mídia de gerenciados e controlados é um assunto para outra discussão.)

Início de uma série

Por muitos anos, numerosos autores tentaram soar o alarme de que existe uma oculta “governo sombra” que realmente governa a América. A maioria de nós têm rejeitado essas visões “teoria da conspiração” como extremista e irrealista. No entanto, quando tive a oportunidade de almoçar com Otto von Habsburg, membro do Parlamento Europeu, ele fez duas observações que me chamou a atenção.

A primeira foi: “A ignorância na América é impressionante.” De fato, o contraste na consciência geral dos assuntos do mundo entre o americano médio ea média europeia é impressionante.

Era a sua segunda observação que realmente me provocou: “A concentração de poder na América é assustador.”

Como um executivo sênior razoavelmente advertido, tendo passado três décadas no mercado financeiro internacional e visualizar os Estados Unidos como uma democracia representativa baseada amplamente, sua observação me chocou. Ele me levou a fazer mais algum trabalho de casa. Os resultados das minhas investigações são mais perturbador.

Links: http://humansarefree.com/2013/11/jfk-killed-after-shutting-down.html?m=0

———————————————————————————————————————————————

Ex-feminista Revela o Plano da ONU e Fundação Rockefeller Para REDUÇÃO Populacional Mundial

28/08/2015

Devastadora conferência de uma ex-funcionária da ONU chamada Amparo Medina.

Ao ter trabalhado na ONU durante os anos em que os esse terrível vírus chamado “Política de Gênero” instalou a paranóia nas mentes femeninas (e masculinas) para conseguir separá-los.

Ex-feminista, Amparo revela com clareza como um grupo de ex-companheiras foram compradas pela Fundação Rockefeller e a ONU para eliminar, precisamente, a feminilidade da vida social e política sob o pretexto de extender a “igualdade”. Fala sobre o movimento gay e sobre a das pílulas abortivas.

Sua paixão, unida a seu conhecimento, é um autêntico bálsamo para que a América Latina evite passar pela tragédia que vivem os europeus com esta guerra prá-fabricada.

Suzanne Venker: “O feminismo é a pior coisa que já aconteceu às mulheres”

O livro de Suzanne Venker com o título de “The Flipside of Feminism” enumera alguns dados que demonstram o quão prejudicial o feminismo é para as mulheres.

PONTOS PRINCIPAIS:

  • 1) O feminismo não emancipou a mulher. Na verdade, o feminismo prejudicou a mulher ao colocá-lo numa prisão de pensamento negativo e ao promover um beco sem saída de promiscuidade.
  • 3) As mulheres não devem tudo às feministas. O feminismo não conferiu às mulheres o direito de votar ou de ir para a universidade. Estes direitos já existiam ANTES da “Segunda Vaga Feminista” dos anos 60.
  • 6) As mulheres deveriam ignorar as prescrições feministas institucionalizadas que desvalorizam a maternidade e o casamento. Elas deveriam organizar as suas vidas de modo a que coloquem a família como a experiência mais importante e significativa das suas vidas.
  • 7) O feminismo é um movimento acabado nos EUA.

[/embed]

Marxismo cultural

28/08/2015

Por Linda Kimball

Os americanos subscrevem atualmente a duas más-concepções; a primeira é a ideia de que o comunismo deixou de ser uma ameaça quando a União Soviética implodiu; a segunda é a crença de que a Nova Esquerda dos anos sessenta entrou em colapso e desapareceu também. “Os Anos Sessenta Estão Mortos,” escreveu George Will (“Slamming the Doors,” Newsweek, Mar. 25, 1991).

Uma vez que, como um movimento político a Nova Esquerda não tinha coesão, ela desmoronou-se, no entanto os seus revolucionários reorganizaram-se e formaram uma multitude de grupos dedicados a um só tópico. É devido a isso que hoje temos as feministas radicais, os extremistas dos movimentos negros, os ativistas “pela paz”, os grupos dedicados aos “direitos” dos animais, os ambientalistas radicais, e os ativistas homossexuais.

Todos estes grupos perseguem a sua parte da agenda radical através duma complexa rede de organizações tais como a “Gay Straight Lesbian Educators Network” (GSLEN), a “American Civil Liberties Union” (ACLU), “People for the American Way”, “United for Peace and Justice”, “Planned Parenthood”, “Sexuality Information and Education Council of the United States” (SIECUS), e a “Code Pink for Peace”.

Tanto o comunismo como a Nova Esquerda encontram-se vivos e de boa saúde aqui na América, preferindo usar palavras de código tais como: tolerância, justiça social, justiça econômica, paz, direitos reprodutivos, educação sexual e sexo seguro, escolas seguras, inclusão, diversidade e sensibilidade. Tudo junto, isto é marxismo cultural mascarado de multiculturalismo.

O nascimento do multiculturalismo
Antecipando a tempestade revolucionária que iria batizar o mundo num inferno de terror vermelho, levando ao nascimento da terra prometida de justiça social e igualdade proletária, Frederich Engels escreveu

Todas as (…) grandes e pequenas nacionalidades estão destinadas a desaparecer (…) na tempestade revolucionária mundial (…). (Uma guerra global) limpará todas (…) as nações, até os seus nomes. A próxima guerra mundial resultará no desaparecimento da face da Terra não só das classes reacionárias (…) mas (…) também dos povos reaccionários.
(“The Magyar Struggle,” Neue Rheinische Zeitung, Jan. 13, 1849)

Quando a Primeira Grande Guerra terminou, os socialistas perceberam que algo não havia corrido bem uma vez que os proletários do mundo não haviam prestado atenção ao apelo de Marx de se insurgirem em oposição ao capitalismo como forma de abraçarem, no seu lugar, o comunismo. Devido a isto, estes mesmos socialistas começaram a investigar o que havia corrido mal.

Separadamente, dois teóricos marxistas, Antonio Gramsci(Itália) e Georg Lukacs(Hungria), concluíram que o Ocidente cristianizado era o obstáculo que impedia a chegada da nova ordem mundial comunista.

Devido a isto, eles concluíram que, antes da revolução ter sucesso, o Ocidente teria que ser conquistado. Gramsci alegou que, uma vez que o Cristianismo já dominava o Ocidente há mais de 2 mil anos, não só esta ideologia estava fundida com a civilização ocidental, como ela havia corrompido a classe operária.

Devido a isso, afirmou Gramsci, o Ocidente teria que ser previamente descristianizado através duma “longa marcha através da cultura”.

Adicionalmente, uma nova classe proletária teria que ser criada. No seu livro “Cadernos do Cárcere,” Gramsci sugeriu que o novo proletariado fosse composto por criminosos, mulheres, e minorias raciais. Segundo Gramsci, a nova frente de batalha deveria ser a cultura, começando pela família tradicional e absorvendo por completo as igrejas, as escolas, a grande mídia, o entretenimento, as organizações civis, a literatura, a ciência e a história. Todas estas instituições teriam de ser transformadas radicalmente e a ordem social e cultural teria que ser gradualmente subvertida de modo a colocar o novo proletariado no topo.

O protótipo
Em 1919, Georg Lukacs tornou-se vice-comissário para a Cultura do regime bolschevique de curta duração de Bela Kun, na Hungria. Imediatamente ele colocou em marcha planos para descristianizar a Hungria, raciocinando que, se a ética sexual cristã pudesse ser fragilizada junto à crianças, então o odiado patriarcado bem como a Igreja sofreriam um duro golpe.

Lukacs instalou um programa de educação sexual radical e palestras sexuais foram organizadas; foi distribuída literatura contendo imagens que instruíam graficamente os jovens a enveredar pelo “amor livre” (promiscuidade) e pela intimidade sexual (ao mesmo tempo que a mesma literatura os encorajava a ridicularizar e a rejeitar a ética moral cristã, a monogamia e a autoridade da igreja). Tudo isso foi acompanhado por um reinado de terror cultural perpetrado contra os pais, sacerdotes e dissidentes.

Os jovens da Hungria, havendo sido alimentados com uma dieta constante de neutralidade de valores (ateísmo) e uma educação sexual radical, ao mesmo tempo que eram encorajados a revoltarem-se contra toda a autoridade, facilmente se transformaram em delinquentes que variavam de intimidadores e ladrões menores, para predadores sexuais, assassinos e sociopatas. A prescrição de Gramsci e os planos de Lukacs foram os precursores do que o marxismo cultural, mascarado de SIECUS, GSLEN, e a ACLU – agindo como executores da lei judicialmente aprovados – mais tarde trouxe às escolas americanas.

Construindo uma base
No ano de 1923 foi fundada na Alemanha de Weimar a Escola de Frankfurt – um grupo de reflexão marxista. Entre os fundadores encontravam-se Georg Lukacs, Herbert Marcuse, e Theodor Adorno. A escola era um esforço multidisciplinar que incluia sociólogos, sexólogos e psicólogos. O objetivo primário da Escola de Frankfurt era o de traduzir o marxismo econômico para termos culturais.

A escola disponibilizaria as ideias sobre as quais se fundamentaria uma nova teoria política de revolução (com base na cultura), aproveitando um novo grupo “oprimido” para o lugar do proletariado infiel. Esmagando a religião e a moralidade, a escola construiria também um eleitorado junto aos acadêmicos que construiriam carreiras profissionais estudando e escrevendo sobre a nova opressão.

Mais para o final, Herbert Marcuse – que favorecia a perversão polimorfa – expandiu o número do novo proletariado de Gramsci de modo a que se incluíssem os homossexuais, as lésbicas e os transsexuais. A isto juntou-se a educação sexual radical de Lukacs e as tácticas de terrorismo cultural. A “longa marcha” de Gramsci foi também adicionada à mistura, sendo ela casada à psicanálise freudiana e às técnicas de condicionamento psicológico. O produto final foi o marxismo cultural, hoje em dia conhecido no Ocidente como multiculturalismo.

Apesar disto tudo, era necessário mais poder de fogo intelectual, uma teoria que patologizasse o que teria que ser destruído. Nos anos 50 a Escola de Frankfurt expandiu o marxismo cultural de modo a incluir a ideia da “Personalidade Autoritária” de Theodor Adorno. O conceito tem como premissa a noção de que o Cristianismo, o capitalismo e a família tradicional geram um tipo de caráter inclinado ao racismo e ao fascismo.

Logo, qualquer pessoa que defenda os valores morais tradicionais da América, bem como as suas instituições, é ao mesmo tempo um racista e um fascista.

O conceito da“Personalidade Autoritária” defende também que as crianças criadas segundo os valores tradicionais dos pais irão tornar invariavelmente racistas e fascistas. Como conseqüência, se o fascismo e o racismo fazem parte da cultura tradicional da América, então qualquer pessoa educada segundo os conceitos de Deus, família, patriotismo, direito ao porte de armas ou mercados livres precisa de ajuda psicológica.

A influência perniciosa da ideia da “Personalidade Autoritária” de Adorno pode ser claramente vista no tipo de pesquisas que recebem financiamento através dos impostos dos contribuintes.

Em agosto de 2003, a “National Institute of Mental Health” (NIMH) e a “National Science Foundation” (NSF) anunciaram os resultados do seu estudo financiado com 1.2 milhões de dólares, dinheiro dos contribuintes. Essencialmente, esse estudo declarou que os tradicionalistas são mentalmente perturbados. Estudiosos das Universidades de Maryland, Califórnia (Berkeley), e Stanford haviam determinado que os conservadores sociais… sofrem de “rigidez mental”, “dogmatismo”, e  “aversão à incerteza”, tudo com indicadores associados à doença mental. (http://www.edwatch.org/ – ‘Social and Emotional Learning” Jan. 26, 2005)

O elenco orwelliano de patologias demonstra o quão longe a longa marcha de Gramsci já nos levou.

Uma ideia correspondente e diabolicamente construída é o conceito do “politicamente correto”. A sugestão forte aqui é que, de modo a que uma pessoa não seja considerada “racista” e/ou “fascista”, não só essa pessoa deve suspender o julgamento moral, como deve abraçar os “novos” absolutos morais: diversidade, escolha, sensibilidade, orientação sexual, e a tolerância. O “politicamente correto” é um maquiavélico engenho de “comando e controle” e o seu propósito é a imposição de uma uniformidade de pensamento, discurso e comportamento.

A Teoria Crítica é outro engenho psicológico de “comando e controle”. Tal como declarado por Daniel J. Flynn, “a Teoria Crítica, tal como o nome indica, só critica. O que a desconstrução faz à literatura, a Teoria Crítica faz às sociedades.” (Intellectual Morons, p. 15-16)

A Teoria Crítica é um permanente e brutal ataque, através da crítica viciosa, aos cristãos, ao Natal, aos Escoteiros, aos Dez Mandamentos, às nossas forças militares, e à  todos os outros aspectos da sociedade e cultura americana.

Tanto o “politicamente correto” como a Teoria Crítica são, na sua essência, intimidações psicológicas. Ambas são maços de calceteiros psico-políticos através dos quais os discípulos da Escola de Frankfurt – tais como a ACLU – estão a forçar os americanos a se submeterem e a obedecerem os desejos e os planos da esquerda. Estes engenhos desonestos não são mais do que versões psicológicas das táticas de “terrorismo cultural” de Georg Lukacs e Laventi Beria. Nas palavras de Beria:

A obediência é o resultado do uso da força (…). A força é a antítese das ações humanizantes. Na mente humana isto é tão sinônimo com a selvageria, ilegalidade, brutalidade e barbarismo, que é apenas necessário exibir uma atitude desumana em relação às pessoas para receber dessas pessoas as posses de força.
(The Russian Manual on Psychopolitics: Obedience, por Laventi Beria, chefe da Polícia Secreta Soviética e braço direito de Stalin.)

Pessoas com pensamento contraditório, pessoas que se encontram “sentadas em cima do muro”, também conhecidos como “moderados”, centristas e RINOs (ed: RINO = Republicans In Name Only, isto é, falsos republicanos), carregam consigo a marca destas técnicas psicológicas de “obediência”. De uma forma ou outra, estas pessoas – que em casos literais se encontram com medo de serem vítimas dos agentes de imposição de obediência – decidiram ficar em cima do muro sob pena de serem considerados culpados de terem uma opinião.

Ao mínimo sinal de desagrado dos agentes de imposição de obediência (isto é, polícias do pensamento), estas pessoas içam logo a bandeira amarela de rendição onde está escrito de forma bem visível:

“Eu não acredito em nada e eu tolero tudo!”

Determinismo cultural
A cavilha da roda [inglês: “linchpin”] do marxismo cultural é o determinismo cultural, parente da política de identidade e da solidariedade de grupo. Por sua vez, o determinismo cultural foi gerado pela ideia darwiniana de que o homem mais não é que um animal sem alma e que, portanto, a sua identidade – a sua pele, as suas preferências sexuais e/ou as suas preferências eróticas – é determinada pelo exemplo.

Esta proposição rejeita o conceito do espírito humano, da individualidade, do livre arbítrio e de uma consciência moralmente informada (associada à culpabilidade pessoal e à responsabilidade) uma vez que ela nega a existência do Deus da Bíblia.

Conseqüentemente, e por extensão, ela rejeita também os primeiros princípios da liberdade americana enumeradas na Declaração de Independência. Estes são os nossos “direitos inalienáveis, entre os quais encontram-se a vida, a liberdade e a busca pela felicidade.” O marxismo cultural deve rejeitar todos estes princípios porque eles “foram doados pelo nosso Criador” que fez o homem à Sua Imagem.

Para David Horowitz, o determinismo cultural é

… política de identidade – a política do feminismo radical, da revolução queer e do afro-centrismo – que formam a base do multiculturalismo acadêmico (…) uma forma de fascismo acadêmico e (…) de fascismo político também.(Mussolini and Neo-Fascist Tribalism: Up from Multiculturalism, by David Horowitz, Jan. 1998)

É dito que a coragem é a primeira das virtudes porque sem ela, o medo paralisará o homem, impedindo-o assim de agir segundo as suas convicções morais e de falar a verdade.  Assim, trazer um estado geral de medo paralisante, apatia e submissão – as correntes da tirania – é o propósito por trás do terrorismo cultural psico-político, uma vez que a agenda revolucionária da esquerda comunista deve, a qualquer preço, estar envolta em secretismo.

O antídoto para o terrorismo cultural é a coragem e a luz da verdade.

Se nós queremos vencer esta guerra cultural, reclamando e reconstruindo nosso país de modo que os nossos filhos e os filhos dos nossos filhos possam viver numa “Cidade Resplandescente situada na Colina”, onde a liberdade, as famílias, as oportunidades, o mercado livre e a decência florescem, temos que reunir a coragem de modo a que possamos, sem medo, expor a agenda revolucionária da esquerda comunista à Luz da Verdade. A verdade e a coragem de declará-la nos libertará.

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14804-marxismo-cultural.html

———————————————————————————————————————————————

Comitê dos 300, Bilderberg, Clube de Roma – Nova Ordem Mundial

28/08/2015

Trechos do livro “Conspirators’ Hierarchy: The Story of the Committee of 300”, pelo Dr. John Coleman (America West Publishers, Carson City, Nevada:1992). Leia também Diplomacy by Deception e One World Order: Socialist Dictatorship, do mesmo autor. Estes livros estão à venda no site Amazon.com.

Prefácio

Dr. John Coleman
Na minha carreira como funcionário do serviço secreto, em muitas ocasiões tive acesso a documentos altamente confidenciais, mas trabalhando como um cientista político em Angola, no Oeste da África, tive acesso a uma série de documentos confidenciais ultra-secretos extraordinariamente explícitos. O que eu vi me deixou irado e ressentido e me lançou numa direção irreversível, com o objetivo primordial de desmascarar o poder que controla e manipula os governos inglês, americano e global. – Doutor John Coleman, novembro de 1991.

Uma visão panorâmica e histórica

Certamente que alguns estão cientes de que as pessoas que governam o nosso país não são as que verdadeiramente controlam os assuntos políticos e econômicos, domésticos e exteriores. Isto levou muitos a buscarem a verdade na imprensa alternativa, os autores de boletins informativos que, como eu, procuraram descobrir, mas nem sempre com êxito, por que os Estados Unidos estão com esta doença terminal. “Buscai e encontrareis” nem sempre foi o caso com este grupo. O que nós descobrimos foi que as pessoas vivem em densas trevas, e a maioria delas não se preocupa nem se interessa em descobrir para onde o seu país está indo, acreditando firmemente que ele sempre estará ali para ajudá-las. É assim que a maioria da população foi manipulada a reagir, e com essa atitude as pessoas se tornam marionetes nas mãos do governo secreto.

Freqüentemente ouvimos falar que “eles” estão fazendo isto e aquilo. “Eles” fazem qualquer coisa e passam impunes. “Eles” aumentam os impostos, fabricam atentados terroristas, instigam guerras e mandam nossos jovens para morrerem em guerras que não beneficiam o país. “Eles” parecem inatingíveis, invisíveis para nós, e é frustrantemente nebuloso quando se trata de tomar uma ação contra “eles”. Parece que ninguém consegue identificar claramente quem são “eles”. É uma situação que já dura há décadas. No decorrer deste livro, vamos identificar esses “eles” tão misteriosos, e, depois disso, fica por conta das pessoas resolverem a sua situação.

O Comitê dos 300 é uma sociedade altamente secreta, composta da classe governante intocável, que inclui a rainha da Inglaterra, a rainha da Holanda, a rainha da Dinamarca e as famílias reais da Europa. Esses aristocratas decidiram, quando a Rainha Vitória faleceu, que, de modo a adquirirem controle de mundo, seria necessário que os seus aristocratas “fizessem negócios” com os que não são aristocratas, mas que são líderes extremamente poderosos de empresas a nível global. E desta forma as portas para o poder se abriram para “os comuns”, como a rainha da Inglaterra gosta de chamá-los.

Desde a época que trabalhei no serviço secreto eu sei que chefes de Estado em outros países se referem a este órgão onipotente como “Os Magos”. Stalin criou a sua própria frase para descrevê-los: “As Forças Tenebrosas”, e o presidente Eisenhower, que jamais conseguiu passar do nível “hofjuden” (Judeu da Corte), se referiu a isso numa declaração que de maneira alguma define exatamente o que são. Ele disse que se tratava do “complexo industrial militar”.

Quem são os conspiradores que servem ao poderoso e onipotente, Comitê dos 300? Os nossos cidadãos mais bem informados estão cientes de que existe uma conspiração e que a conspiração trabalha sob diversos nomes como por exemplo Iluminati, Maçons, Ordem Jesuíta, Cavaleiros de Malta, Opus Dei, Clube de Roma, Skull and Bones, Mesa Redonda, Bilderbergs Grupo Milner. O problema é que é bem difícil obter informação verdadeiramente concre-ta sobre as atividades dos membros do governo invisível.

Para ter uma idéia da amplitude e do nível universal desta conspiração, seria adequado a esta altura definir as metas decididas pelo Comitê dos 300 para a conquista e controle iminente deste mundo. É preciso ter uma compreensão bem clara de por que a energia nuclear é tão odiada no mundo todo, e por que é que o movimento pseudo-ecológico, fundado e financiado pelo Clube de Roma, foi convocado para travar guerra contra a energia nuclear, através de campanhas ecológicas anti-nucleares e até mesmo criando incidentes em usinas nucleares. Com a energia nuclear que gera a eletricidade de uma forma barata, relativamente segura e abundante, os países do Terceiro Mundo aos poucos ficariam independentes do auxílio exterior dos Estados Unidos e começariam a firmar a sua soberania. A energia nuclear é o segredo para tirar os países do Terceiro Mundo da sua condição retrógada, uma condição que o Comitê dos 300 ordenou que permanecesse.

Menos auxilio estrangeiro significa menos controle dos recursos naturais de um país por parte do FMI, e a idéia das nações em desenvolvimento assumirem o controle do seu destino foi anátema para o Clube de Roma e o Comitê dos 300, que o dirige. Nós já virmos oposição ao uso da energia nuclear nos Estados Unidos, Europa e mais recentemente no Japão, devido ao desastre nuclear, ser usada com êxito para bloquear desenvolvimento industrial em conformidade com os planos de “Desenvolvimento Zero Pós-industrial” do Clube de Roma.

Depender da ajuda dos Estados Unidos na verdade mantém os países estrangeiros subjugados ao Conselho das Relações Exteriores. o povo que deveria receber auxílio nesses países, recebe uma mínima parte do dinheiro, visto que normalmente acaba indo parar no bolso dos líderes corruptos do governo que permitem que a matéria-prima do país seja consumida desenfreadamente pelo FMI.

Mugabe do Zimbabwe, ex-Rodésia, é um bom exemplo de como a matéria-prima, neste caso minério de cromo de alto nível é controlada através do auxílio estrangeiro. LONRHO, o conglomerado gigantesco dirigido por Angus Ogilvie, um importante membro do Comitê dos 300, que trabalha para a sua prima Rainha Elisabeth II, tem agora controle total deste recurso tão valioso, enquanto que o povo do país afunda cada vez mais na pobreza e miséria, apesar de uma esmola de mais de 300 milhões de dólares por parte dos Estados Unidos.

A LONRHO agora monopoliza o cromo da Rodésia e cobra o preço que quer, sendo que durante o governo de Smith isso não era permitido. O preço permaneceu a um nível razoável por 25 anos antes do regime de Mugabe subir ao poder. Apesar de ter havido problemas durante o governo de 14 anos de Ian Smith, desde que ele partiu o desemprego quadruplicou e a realidade é que o Zimbabwe se encontra num estado de caos e bancarrota. Mugabe recebeu suficiente auxílio estrangeiro dos Estados Unidos (uns 300 milhões de dólares por ano) para dar-lhe condições de construir três hotéis na Cote d’Azur, Cap Ferat e Monte Carlo, enquanto que o seu povo sofre doença, desemprego, subnutrição e vive subjugado a um regime de ferro que não permite queixas. Compare isto com o governo de Smith, que jamais pediu nem recebeu um centavo sequer em forma de auxílio dos Estados Unidos. Vê-se então claramente que o auxílio do exterior é um meio poderoso de exercitar controle sobre os países como o Zimbabwe, e na verdade todos os países da África.

O Clube de Roma

Visto que já existem dezenas de livros escritos sobre o Conselho das Relações Exteriores (CFR, segundo a sigla em Inglês) e os Trilaterais, vamos passar diretamente ao Clube de Roma e à Fundação Marshall da Alemanha.

Foi uma revelação para algumas pessoas que o Clube de Roma e os seus patrocinadores usando o nome da Fundação Germânica Marshall, eram dois corpos altamente organizados da conspiração operando sob a fachada da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), e que a maioria dos executivos do Clube de Roma eram provenientes da OTAN. O Clube de Roma formulou tudo o que a OTAN estipulou como diretrizes e, através das atividades do membro do Comitê dos 300, Lord Carrington, conseguiu dividir a OTAN em duas facções: um poder político (ala da esquerda) e a sua antiga aliança militar.

O Clube de Roma continua sendo uma das armas mais importantes de política exterior do Comitê dos 300, sendo o outro os Bilderbergers. Foi formado em 1968 com membros dedicadíssimos do grupo original Morgenthau, com base num telefonema feito pelo falecido Aurellio Peccei pedindo uma nova e urgente campanha para agilizar os planos do Governo Mundial – agora chamado a Nova Ordem Mundial.

O pedido de Peccei foi atendido pelos mais subversivos “planejadores do futuro” que os Estados Unidos, França, Suécia, Grã-Bretanha, Suíça e Japão conseguiram reunir. Durante o período de 1968-1972, o Clube de Roma se tornou uma entidade coesa de cientistas de novas ciências, globalistas, planejadores do futuro e internacionalistas de todos os tipos. Como disse um delegado: “Nós nos tornamos o casaco de muitas cores que José tinha.”

De um modo geral, pretendia-se que o Clube de Roma incentivasse e disseminasse um programa de idéias de “pós-industrialização” no Ocidente, juntamente com a disseminação de movimentos de contracultura tais como drogas, rock, hip hop, hedonismo, satanismo, feitiçaria, “ecologia”, etc. O Instituto Tavistock (Tavistock institute), o Instituto de Pesquisas Stanford (Stanford Research Institute), e o Instituto para Relações Sociais (Institute for Social Relations), na verdade todas as organizações de pesquisa no campo da psiquiatria social aplicada, ou têm delegados no corpo administrativo do Clube de Roma, ou agiram como conselheiros e desempenharam um papel de relevo na tentativa da OTAN de adotar o que eles denominaram de a “Conspiração Aquariana”.

O Clube de Roma é a matriz das agências conspiratórias, uma união entre financistas anglo-americanos e famílias da Nobreza Negra da Europa, principalmente a auto denorninada “nobreza” de Londres, Veneza e Gênova. O segredo para o seu sucesso no controle do mundo é a capacidade que tem de criar e manipular recessões econômicas e subseqüentes depressões. O Comitê dos 300 procura convulsões sociais a nível global, seguidas de depressões, como uma técnica para levar o povo a aceitar mais facilmente coisas maiores que estão por vir, e usam isto como o seu método principal para criar no mundo inteiro massas de pessoas que vão se tornar beneficiarias da sua “assistência social” no futuro.

O Clube de Roma tem a sua própria agência de serviço secreto e também pega “emprestado” da INTERPOL de David Rockefeller. Cada agencia de serviço secreto americano – bem como a KGB e a Mossad – colabora com ela.

As metas

Quais são as metas desta elite secreta? Desta elite que também se autodenomina os OLÍMPIOS (eles acreditam verdadeiramente que têm o mesmo poder e importância dos deuses legendários de Olimpo, que, como Lúcifer, o deus deles, acreditam firmemente que foram chamados para implementar o seguinte, por divino direito:

(1) Um Governo Mundial/Nova Ordem Mundial, com uma igreja e um sistema monetário unificados sob a direção deles. Não são muitas as pessoas que sabem que o Governo Mundial único começou a estabelecer a sua “Igreja” na década de 1920/1930, pois perceberam a necessidade de uma fé religiosa, de modo a terem um veículo de manipulação e assim poderem ter corpo “religioso” para canalizar esta crença na direção que queriam.

(2) A destruição total de soberania nacional.

(3) A destruição da religião, exceto a “religião” acima mencionada criada por eles.

(4) Controle de todas as pessoas através do controle mental e do que Brzezinski [Zbignew] denominou “tecnotrônica”, que criaria autômatos e um sistema de terror ao lado do qual o Red Terror de Felix Dzerzhinsky pareceria brincadeira de criança.

(5) Terminar toda industrialização e produção de eletricidade por energia nuclear no que eles denominam “sociedade de desenvolvimento zero pós-industrial”. Isentos disso se encontram a indústria da informática e de eletrodomésticos. As indústrias americanas que continuarem existindo serão transferidas para países, onde existe população em abundância. Os desempregados no princípio da destruição Industrial ou se tornariam viciados em drogas e álcool, ou se tornariam uma estatística no processo de eliminação que conhecemos hoje em dia como Global-2000.

(6) Legalização das drogas e da pornografia.

(7) Despovoamento das grandes cidades com base na experiência feita durante o regime de Pol Pot no Cambódia. É interessante observar que os planos de genocídio de Pol Pot foram feitos aqui nos Estados Unidos por uma das fundações de pesquisa do Clube de Roma.

(8) Repressão de todo desenvolvimento científico exceto o que for considerado benéfico para o Comitê. Maiores alvos são a energia nuclear para objetivos pacíficos. Odeia-se em particular experiências de fusão nuclear que no momento estão sendo vítimas de ódio pelo Comitê e os seus abutres na imprensa. O desenvolvimento da tocha de fusão acabaria de uma vez com o conceito do Comitê de “limitados recursos naturais”. Uma “tocha de fusão” usada adequadamente poderia criar recursos naturais ilimitados das substâncias mais comuns que existem.

(9) Causar através de guerras limitadas nos países desenvolvidos, e através de inanição e enfermidades nos países do Terceiro Mundo, a morte de três bilhões de pessoas até o ano 2050. pessoas que eles chamam de “bocas inúteis”. O Comitê dos 300 encarregou Cyrus Vance de redigir um texto sobre este assunto, sobre a melhor maneira de causar tal genocídio. O texto foi redigido com o título de Relatório Global 2000 e foi aceito e aprovado para ser colocado em prática pelo presidente Carter, pelo governo americano e em nome do governo americano, e foi aceito por Edwin Muskie, na época Secretário de Estado. Segundo as cláusulas do Relatório Global 2000, a população dos Estados Unidos deverá ter uma redução da ordem de 100 milhões até o ano 2050.

(10) Enfraquecer a fibra moral da nação e desmoralizar os trabalhadores da classe operária criando desemprego em massa. À medida que os empregos diminuem devido às políticas de desenvolvimento zero pós-industrial apresentados pelo Clube de Roma, trabalhadores desmoralizados e desalentados recorrerão a bebidas alcoólicas e drogas. Os jovens serão incentivados através de entretenimento e das drogas a se rebelarem contra o status quo e subseqüentemente destruindo a sociedade e o núcleo familiar. O Comitê dos 300 encarregou o Instituto Tavistock de esboçar um plano para atingir este objetivo. O Instituto Tavistock por sua vez encarregou o Instituto de Pesquisas Stanford de assumir este trabalho sob a direção do professor Willis Harmon. Este trabalho mais tarde veio a ser conhecido como “A Conspiração Aquariana”.

(11) Evitar que os povos no mundo inteiro decidissem o seu próprio destino, criando crise após crise e depois “manipulando” tais crises. Isto confundirá e desmoralizará a população ao ponto de, ao se deparar com muitas escolhas, resultará numa apatia a nível de massa. No caso dos Estados Unidos, um órgão para gerenciamento de crises já existe. Chama-se órgão Federal de Controle de Emergência (FEMA, pela sigla em inglês), cuja existência eu revelei em 1980.

(12) Promover gângsteres da música, como por exemplo o grupo imundo e degenerado dos “Rolling Stones” (um grupo gângster bem promovido pela Nobreza Negra Européia) e todos os grupos de gângsteres criados pelo Instituto Tavistock. Continuar edificando o fundamentalismo cristão, que será aproveitado para fortalecer o país sionista de Israel, identificando-se com os judeus através do mito do “Povo Eleito de Deus”, e doando quantias altíssimas de dinheiro para o que eles acreditam erroneamente ser uma causa religiosa com a intenção de promover a divulgação do cristianismo.

(13) Disseminar religiões ocultistas e esotéricas de baixo nível, de modo a manipular as pessoas para propósitos políticos, mas principalmente impedir a ascensão espiritual.

(14) Causar o colapso das economias do mundo e engendrar um caos político global.

(15) Assumir controle de todas as políticas exteriores e domésticas de países soberanos.

(16) Dar o máximo apoio a instituições mundiais como por exemplo as Nações Unidas (ONU), o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco de Acordos Internacionais (BIS), o Tribunal de Haia, e, tanto quanto possível, diminuir a eficácia de instituições regionais dissolvendo-as gradualmente ou colocando-as sob o controle das Nações Unidas.

(17) Infiltrar e subverter todos os governos e corroer por dentro a soberania e integridade das nações que estes governos representam.

(18) Organizar um aparato terrorista a nível mundial e usá-los para instigar leis mais autoritárias.

(19) Controlar a educação com a intenção e o propósito de destruí-la total e completamente.

Muitas dessas metas que eu mencionei em 1969, foram desde então atingidas ou estão prestes a serem realizadas.

Com um patrocínio ilimitado, centenas de pesquisadores teóricos e 5.000 engenheiros sociais, com a imprensa e os bancos do seu lado, e com o controle da maior parte dos governos, vemos que estamos rastreando um problema de proporções imensas, que não pode ser confrontado por nenhuma nação no momento.

Como eu já declarei tantas vezes, fomos erroneamente levados a crer que o problema ao qual me refiro se originou em Moscou. Fomos condicionados a acreditar que a China é o maior perigo que os americanos, tem pela frente. Isso simplesmente não é verdade. O maior perigo de todos emerge da massa de traidores que se encontra no nosso meio. Esses inimigos são os lacaios do Comitê dos 300 que ocupam cargos elevados na estrutura governamental de nossos países.

Enfraquecimento dos Estados Unidos

O Clube de Roma se sente confiante de que realizou o que lhe foi incumbido pelo Comitê dos 300, que era “enfraquecer” os Estados Unidos. Olhe ao seu redor e veja como a moral foi minada. As drogas, a pornografia, a “música” banal, o sexo livre, o núcleo familiar, tudo isso foi total-mente minado, e finalmente o assassinato (aborto) desnecessario de milhões de bebês inocentes por suas próprias mães.

Quem é que vai duvidar de que os Estados Unidos estão prontos para ruir internamente e cair nos braços do Governo Mundial de uma nova tenebrosa Idade Média? – Os Estados Unidos sofreram uma decadência espiritual e moral, a base industrial foi destruída e com isso 50 milhões de pessoas ficaram desempregadas, nossas cidades grandes, especialmente Detroit, são assombrosas fossas sépticas de todo o crime imaginável com o índice de homicídios quase três vezes maior do que de qualquer outro país; temos 6 milhões de pessoas sem teto, e a corrupção no governo atinge proporções epidêmicas.

O Clube de Roma obteve êxito em dividir as Igrejas cristãs; obteve êxito em formar um exército de carismáticos, fundamentalistas e evangélicos que lutam pelo estado sionista de Israel. Durante a guerra de genocídio no Golfo, eu recebi dezenas de cartas me perguntando como é que eu poderia ser contra “uma guerra cristã justa contra o Iraque”. Como é que eu poderia duvidar que o apoio dos cristãos fundamentalistas à guerra (do Comitê dos 300) contra o Iraque não era baseado na, Bíblia? Afinal de contas, não foi Billy Graham que orou com o presidente Bush logo antes de começarem a guerra? A Bíblia não fala de “guerras e rumores de guerras”?

Estas cartas dão uma idéia da eficiência do trabalho do Instituto Tavistock. Os fundamentalistas cristãos vão ser uma força invencível a favor da nação de Israel, exatamente como foi planejado. É lamentável que estas pessoas tão bem intencionadas não percebam que estão sendo grosseiramente manipuladas pelo Clube de Roma e que suas opiniões e crenças não são genuínas, mas foram criadas para elas através de centenas de pesquisas e estudos teóricos do Comitê dos 300, espalhados por todo o território americano. Em outras palavras: os cristãos fundamentalistas e os evangélicos, assim como qualquer outro segmento da população americana, sofreram lavagem cerebral.

Algumas pessoas talvez tenham dificuldade em aceitar a idéia de uma conspiração global porque tantos escritores têm lucrado com isso. Outras duvidam que atividade a nível global possa progredir com tanto êxito. Eles vêem toda a burocracia que existe no nosso governo e dizem: “Bem, como é que vamos acreditar que particulares podem fazer mais do que o governo?” Isso é porque se esquecem do fato de que o governo fantoche faz parte da conspiração. Eles querem evidência concreta, e evidência concreta é difícil de se encontrar.

Outras dizem: “E daí? Eu não estou nem aí com a conspiração. Eu nem voto.” Essa é exatamente a maneira como a população americana em geral foi condicionada a reagir. O nosso povo ficou desanimado e confuso, e isso é o resultado de anos de uma guerra travada contra nós. um povo desmoralizado e confuso vai estar muito mais pronto para receber de braços abertos um homem grandioso que prometa subitamente resolver todos os problemas e garantir uma sociedade bem organizada na qual as pessoas têm um bom emprego escravo e a rivalidade doméstica é mínima. Esse ditador, que é o que vai ser, será recebido de braços abertos.

Organizações de fachada

O Comitê dos 300, apesar de existir há mais de 150 anos, só por volta de 1897 é que se tornou no que é atualmente. Sempre deu ordens através de outras fachadas, como por exemplo o Instituto Real para Assuntos Internacionais (Royal lnstitute for lnternational Afairs). Quando foi decidido que um super-órgão controlaria os assuntos europeus, o RIA fundou o Instituto Tavistock, que por sua vez criou a OTAN. Por cinco anos a OTAN foi patrocinada pela Fundação Germânica Marshall. Talvez o membro mais importante dos Bilderbergers, um corpo político estrangeiro do Comitê, foi Joseph Rettinger, que segundo se diz foi o seu fundador e o organizador, cujas reuniões anuais têm deleitado caçadores de conspiração há várias décadas.

Rettinger era um padre jesuíta que recebeu uma ótima formação e um maçom grau 33. A senhora Katherine Meye Graham, que é suspeita de ter assassinado o marido para assumir o controle do jornal Washington Post, era outro membro proeminente do Clube de Roma, assim como Paul G. Hoffman da Companhia de Seguros de Vida Nova Iorque, uma das maiores companhias de seguros nos Estados Unidos e uma companhia proeminente no Clube de Roma, ligada diretamente à família da Rainha Elizabeth da Inglaterra. John J. McCloy, o homem que tentou acabar com a Alemanha depois da Segunda Guerra Mundial, e por último mas não menos importante, James A. Perkins da Carnegie Corporation, também foram membros fundadores dos Bilderbergers e do Clube de Roma.

Que elenco de estrelas! Mas, por mais estranho que pareça, até recentemente pouquíssimas – se é que alguma agência do serviço secreto – tinham ouvido falar desta organização. O poder desses personagens e das empresas, emissoras de TV, jornais e bancos que elas representam se encontram à altura do poder e prestígio de no mínimo dois países europeus, e isso é ainda apenas a pontinha dos enormes interesses interligados do Comitê dos 300.

A Companhia de Análises e Pesquisas (Research Analysis) está situada em McLean, Virginia. Fundada em 1948, foi absorvida pelo Comitê dos 300 em 1961, quando se tomou parte do bloco de John Hopkins. Já trabalhou em mais de 600 projetos, inclusive a integração de negros no exército americano, o uso tático de armas nucleares, programas de guerra psicológica e controle de população em massa.

Pesquisas de opinião pública e pesquisadores

Um dos aspectos mais importantes entre as conclusões entregues por esses estudos teóricos e o que se torna uma política do governo e uma política pública são os “pesquisadores da opinião pública”. O trabalho destas companhias de pesquisa de opinião pública e estatística é moldar e formar a opinião pública da maneira mais conveniente para os conspiradores. As emissoras CBS-NBC-ABC, o Jornal New York Times e o jornal Washington Post estão constantemente fazendo pesquisas de opinião pública. A maior parte desse trabalho é coordenado pelo National Opinion Research Centre onde, por incrível que pareça, foi esboçado um perfil psicológico da nação toda.

Os fatos e estatísticas são colocados em computadores do Gallup e Yankelovich, Skelley e White, para uma avaliação comparativa. Grande parte do que nós lemos nos nossos jornais ou vemos na televisão foi primeiro autorizado pelas companhias de pesquisa de opinião pública. A informação que recebemos é o que os pesquisadores de opinião pública acham que devemos saber. Isto chama-se “formação da opinião pública”. O objetivo principal deste pequeno condicionamento social é descobrir até que ponto o público reage favoravelmente a diretivas políticas originadas pelo Comitê dos 300. Nós somos denominados “grupos de população visados”. E o que os pesquisadores querem ver é até que ponto o povo resiste às notícias dadas nos noticiários da noite.

Fazer estatísticas baseadas nas pesquisas de opinião pública se tornou uma arte logo antes dos Estados Unidos entrarem na Segunda Guerra Mundial. Americanos, sem saberem, foram condicionados a considerar a Alemanha e o Japão inimigos perigosos que tinham que ser combatidos. Num certo sentido era a verdade, o que torna o condicionamento mental ainda mais perigoso, porque, com base na informação que as pessoas recebem, parecia realmente ser a Alemanha e o Japão. Muito recentemente vimos como funciona o processo de condicionamento do Instituto Tavistock, quando os americanos foram condicionados a considerar o Iraque uma ameaça e Saddan Hussein um inimigo pessoal dos Estados Unidos.

Programado para mudar, pronto para a destruição

É este Comitê dos 300 que montou redes de controle mais interligados do que qualquer coisa que já se viu neste mundo. Não é necessário o uso de correntes e cordas para nos restringir. O medo que temos do que está por vir faz isso de uma forma muito mais eficiente do que qualquer restrição física. Temos sofrido lavagem cerebral ao ponto de abrirmos mão do nosso direito constitucional de porte de armas; de abrirmos mão da nossa própria constituição; permitimos que as Nações Unidas exercitem controle sobre nossa política exterior e que o FMI controle nossa política fiscal e monetária; permitirmos que o presidente (Bush) viole a lei dos Estados Unidos, permaneça impune, invada um país soberano estrangeiro e torture e massacre estrangeiros. Em outras palavras, sofremos tal lavagem cerebral que, como nação, aceitamos todo e qualquer ato fora da lei da parte do nosso governo quase sem questionar.

Graças ao Clube de Roma o nosso potencial tecnológico caiu, e é inferior ao do Japão e da Alemanha, países que nós supostamente derrotamos na Segunda Guerra Mundial. Como é que isso aconteceu? Isso aconteceu por causa de homens como o Dr. Alexander King e por causa da cegueira da mente: não reconhecemos a destruição dos nossos estabelecimentos de ensino e do nosso sistema de ensino. Devido à nossa cegueira, não estamos mais formando engenheiros e cientistas em quantidade e qualidade suficiente para nos manter entre as nações industrializadas do mundo. Graças ao Dr. King, um homem que pouquíssimas pessoas nos Estados Unidos conhecem, a educação nos Estados Unidos atingiu o seu nível mais baixo desde 1786. Estatísticas do Instituto para o Ensino Superior mostram que a capacidade de ler e escrever dos jovens na escola secundária nos Estados Unidos são mais baixas do que as dos jovens da mesma faixa etária em 1786.

A nação foi condicionada de tal forma a mudar e se tornou tão acostumada a mudanças planejadas que mal se nota quando ocorrem grandes transformações. Nós sofremos uma decadência tão rápida nos últimos anos que hoje em dia o divórcio não é mais razão de estigma, o suicídio está na moda e pouquíssimas pessoas se surpreendem com ele; depravações sociais e aberrações sexuais, algo que antigamente nem se mencionava, agora se tomaram comum.

O presidente Jefferson uma vez disse que tinha dó das pessoas que achavam que sabiam o que estava acontecendo só porque liam o jornal. Disraeli, o primeiro-ministro britânico, disse praticamente a mesma coisa. É verdade que em todas as eras, governantes se deleitaram em dirigir as coisas dos bastidores.

Nos disseram que ganhamos a Guerra do Golfo. O que a grande maioria do povo americano não percebe é que, ao ganharmos a guerra perdemos o auto-respeito e a honra da nossa nação, as quais apodrecem nas areias no deserto do Kuwait e do Iraque, junto aos cadáveres dos soldados iraquianos que foram massacrados depois de terem concordado em se retirar do Kuwait e de Basra. Não mantivemos a nossa promessa de que seguiríamos as Convenções de Genebra e não os atacaríamos. As pessoas que nos controlam nos perguntaram: “O que é que vocês querem? Vitória ou auto-respeito? Não dá para ter as duas coisas.”

Vivemos numa sociedade “descartável” programada para não durar. Nós nem piscamos ao tomarmos conhecimento dos 6 milhões de pessoas sem teto, nem dos 50 milhões de pessoas desempregadas, nem dos 25 milhões de bebês que foram assassinados até agora. São coisas “descartáveis” de uma conspiração tão maldita que a maioria negará existir ao ser confrontada com elas, justificando esses eventos com as palavras “os tempos mudaram”.

Foi assim que o Instituto Tavistock nos condicionou a reagir, eles desmantelam os nossos ideais e ninguém protesta. A garra espiritual e intelectual do nosso povo foi destruída!

Uma mulher que já foi casada diversas vezes se toma popular. Bandas e mais bandas de música de drogados e imundos ganham horas e horas no ar para apresentar os seus grunhidos, seus rebolados sem nexo, sua moda e linguagem nojenta. Novelas com cenas quase pornográficas não despertam comentários de ninguém, sendo que no princípio da década de 80 isso jamais teria sido aceito. Hoje em dia, porém, é considerado normal e desejável. Nós fomos vítimas e sucumbimos ao que o Instituto Tavistock denomina “choques futuros”, só que o futuro é agora e estamos tão insensíveis devido a ondas sucessivas de choques culturais que parece inútil protestar, e portanto, segundo a nossa lógica, não adianta protestar.

Existe um termo técnico para esta condição. Chama-se “cansaço de discernimento a longo alcance”. É a arte de sujeitar continuamente um grupo grande de pessoas a um cansaço de discernimento a longo alcance que foi desenvolvido por cientistas que trabalhavam no Instituto Tavistock de Relações Humanas e suas subsidiárias americanas, o instituto de Pesquisa de Stanford e a Rand Corporation, e no mínimo mais 150 instituições de pesquisa aqui nos Estados Unidos.

Quem pode negar que, com o imenso aumento no uso de drogas, o crack obtendo milhares de novos viciados instantaneamente a cada dia; com a praga terrível que nós denominamos AIDS, que assola nossas cidades; com o fracasso total do nosso sistema de educação; o aumento surpreendente do nível de divórcio; o nível inacreditável de homicídios que choca o resto do mundo, assassinatos satânicos em série, o desaparecimento de milhares de criancinhas que são roubadas nas ruas por pervertidos; um maremoto de pornografia acompanhada de um “vale tudo” nas nossas telas de televisão – quem pode negar que esta nação está em crise? uma crise que não estamos combatendo mas fechando os olhos para ela.

Pessoas bem intencionadas que se especializam nessas coisas colocam a culpa de grande parte do problema na educação, ou no que os Estados Unidos consideram educação escolar. Agora há uma abundância de criminosos na faixa etária de 8 e 14 anos. Já é comum ver estupradores com 10 anos de idade.

A década de 60 e a Imprensa

O papel da imprensa na nossa sociedade é de importância vital para o êxito da lavagem cerebral em grandes grupos da população. As guerras entre gangues em Los Angeles terminaram em 1966 quando a imprensa parou de dar cobertura ao assunto. A mesma coisa acontecerá com a recente onda de guerras entre gangues em Los Angeles. Gangues de rua vão desaparecer depois que a cobertura por parte da imprensa diminuir e parar completamente. Assim como ocorreu em 1966, o assunto vai se tomar “ultrapassado”. Gangues de rua terão cumprido o seu propósito de criar insegurança na nação.

Sem toda aquela histeria por parte da imprensa, e se não tivesse havido cobertura quase que 24 horas por dia, o culto ao rock hippy-beatnick e as drogas jamais teria chegado a lugar algum. Teria permanecido sendo uma esquisitice local. Ao invés disso, como os Beatles receberam uma cobertura imensa da imprensa, os Estados Unidos sofreram ondas sucessivas de choques culturais.

Os homens ali enterrados em estudos teóricos e Institutos de pesquisas, cujos nomes e rostos apenas algumas pessoas conhecem, asseguraram-se de que a imprensa desempenhasse o seu papel. Por sua vez, o papel tão importante da imprensa em não desmascarar a força por trás de futuros choques culturais assegurou-se de que a fonte da crise jamais fosse identificada. Sendo assim, a nossa sociedade enlouqueceu com tantas choques psicológicos e estresse. O termo “enlouqueceu” consta no manual de treinamento do Instituto Tavistock. Desde o seu modesto começo em 1921, quando chegou a 1966, o Instituto Tavistock estava pronto para lançar uma revolução cultural irreversível de grande Porte nos Estados Unidos, que ainda não terminou. A Conspiração Aquariana faz parte disso.

E assim a nossa nação enfraquecida ficou madura para a introdução das drogas. Isso também fazia parte integral da Conspiração Aquariana. A proliferação do uso de drogas foi um dos assuntos estudados no Science Policy Research Unit (SPRU) no prédio do Instituto Tavistock na Universidade de Sussex.

O uso de drogas agora faz parte do cotidiano nos Estados Unidos. Este programa planejado pelo Instituto Tavistock capturou milhões de jovens americanos e a geração mais velha começou a acreditar que os Estados Unidos estavam passando por uma revolução social natural, sem perceber que o que estava ocorrendo com os seus filhos, não era um movimento espontâneo, mas sim uma criação altamente artificial tramada para forçar transformações na vida social e política do povo americano.

Hoje em dia se fala muito em meio-ambiente e, apesar de falar mais de rios puros e ar fresco, existe um outro meio-ambiente igualmente importante, principalmente o meio-ambiente social. O meio-ambiente do nosso estilo de vida ficou poluído, o nosso modo de pensar se poluiu. Nossa capacidade de controlar nosso destino se poluiu. Nos deparamos com alterações que poluem o nosso modo de pensar a tal ponto que não sabemos mais o que dizer. A “transformação do meio-ambiente” está aleijando a nação; nós demonstramos ter tão pouco controle sobre isso que tal situação tem causado ansiedade e confusão nas pessoas.

Agora procuramos soluções em grupo em vez de soluções individuais para os nossos problemas. Não utilizamos nossos recursos para resolver problemas. Nestas circunstâncias o uso crescente de drogas desempenha um papel importante. Trata-se de uma estratégia deliberada, planejada por cientistas da Nova Ciência, os engenheiros sociais e os especuladores, tendo como alvo a parte mais vulnerável: a imagem que temos de nós próprios e o conceito que temos, e acabamos por ser nada mais que ovelhas a caminho do matadouro. Nós nos tornamos confusos devido às muitas decisões que temos que tomar, e nos tornamos apáticos.

O tráfico de drogas

Da Colômbia a Miami, do Triângulo Dourado ao Portão Dourado (São Francisco), de Hong Kong a Nova Iorque, de Bogotá a Frankfurt, o tráfico de entorpecentes, e em especial o tráfico de heroína, é um alto comércio e é dirigido de cima para baixo por algumas das famílias mais “intocáveis” do mundo; e cada uma dessas famílias têm no mínimo um membro que faz parte do Comitê dos 300. Não é um negocinho de camelôs, e requer bastante dinheiro e conhecimento para mantê-lo dando lucro sem problemas. O maquinário sob o controle do Comitê dos 300 garante esse desempenho.

Talentos assim não se encontram nas esquinas nem nos metrôs de Nova Iorque. Com toda certeza, os traficantes fazem parte integral do comércio, mas apenas como pequenos vendedores temporários. Digo temporários porque alguns são pegos pela polícia e outros são mortos por rivais. Mas o que importa? Não falta gente para tomar o seu lugar.

Não, não é nada em que o Sindicato das Micro Empresas e pequenos grupos de gangsters estariam interessados. É alto negócio, um vasto império, esse negócio sujo de entorpecentes. Ele é dirigido de cima para baixo por necessidade, em cada país no mundo. Na verdade, é o maior empreendimento que existe no mundo atualmente e transcende todos os outros. Sabe-se que é protegido do alto pelo simples fato de que, assim como acontece com terrorismo internacional, não se consegue acabar com ele, o que, para uma pessoa de raciocínio normal, deveria indicar que algumas das pessoas mais importantes nos círculos reais, a oligarquia, a plutocracia, estão dirigindo o negócio, mesmo que seja feito através de intermediários.

Não existe um governo que não saiba exatamente o que acontece em relação ao tráfico de entorpecentes, mas o Comitê dos 300, através da sua rede internacional de subsidiários, cuida dos membros individuais em cargos de influência. Se um político de algum governo “dá muito trabalho” ele é retirado, como no caso de Ali Bhutto no Paquistão e Aldo Moro na Itália. Ninguém está fora do alcance do Comitê onipotente, apesar de que a Malásia, China e outros países do Oriente terem conseguido agüentar firme fora das suas garras até agora. A Malásia tem as leis anti-drogas mais rígidas do mundo. A Possessão nem que seja de uma pequena quantidade de drogas é punida com a pena de morte.

Como acontece com a Empresa Kintex da Bulgária, a maioria dos pequenos países se envolvem diretamente nessas empresas criminosas. Os caminhões da Kintex transportavam regularmente heroína pela Europa Ocidental, usando caminhões da sua própria frota com o logotipo EEC do Triangle lntemationale Routier (TIR). Caminhões com esse logotipo com número de reconhecimento do Mercado Comum Europeu não devem ser parados na alfândega nos postos de fronteira. Caminhões do TIR podem transportar apenas produtos perecíveis. Deveriam ser inspecionados no país de origem, e o motorista de cada caminhão leva consigo documentação comprovando supostamente isso.

De acordo com as obrigações do tratado internacional é isso que acontece, então os caminhões da Kintex podiam carregar heroína até o teto e registrar tudo como “frutas e legumes frescos” e depois circularem por toda a Europa Ocidental, entrando até mesmo nas bases militares de alta-segurança da OTAN no norte da Itália. Dessa forma, a Bulgária se tornou um dos países principais na rota da heroína.

Lembre-se disso da próxima vez que você ler nos jornais que encontraram uma grande quantidade de heroína num fundo falso de um carro, e alguma pobre “mula” paga o preço pela sua atividade criminosa.

Isso é uma “ninharia”, um zé-ninguém qualquer é pego e a imprensa faz a maior estória disso para dar a impressão que o nosso governo está realmente cuidando da ameaça das drogas.

Pausemos aqui por um momento. Será que dá para acreditar que com todas as técnicas modernas de fiscalização, inclusive reconhecimento por satélite, não se conseguiria detectar esse tráfico de entorpecentes nem acabar com ele? Como é que a polícia e o exército não consegue ir lá e destruir os laboratórios depois que os descobrem? Se for esse o caso, e se ainda não conseguimos interditar o tráfico da heroína, então os serviços anti-drogas deveriam ser conhecidos como “Serviços Geriátricos” e não órgãos de controle às drogas.

Até mesmo uma criança saberia dizer aos supostos “vigilantes da droga” o que devem fazer. Fique só de olho em todas as fábricas de anidrido acético, o elemento químico mais essencial para os laboratórios poderem refinar o ópio bruto e transformarem em heroína. Depois, siga a pista! Às vezes cargas de cocaína são interditadas e confiscadas. Eles só fazem isso como uma demonstração para promover a idéia falsa de que estão fazendo algo. Muitas vezes a carga confiscada pertence a uma nova empresa que está tentando entrar no tráfico. Essa competição é aniquilada, pois eles informam as autoridades exatamente em que ponto dos Estados Unidos a carga vai entrar e quem são os donos dela. Mas as cargas realmente grandes nunca são tocadas; heroína é cara demais.

Para os oligarcas e plutocratas do Comitê dos 300, as drogas têm dois propósitos. Primeiro elas geram um grande lucro, e segundo vão mais dia menos dia tornar boa parte dos jovens em mortos vivos, drogados que são será mais fácil influenciar, pois, no caso de rebeldia, o castigo será reter o suprimento de heroína, cocaína e outras drogas. Para isso é necessário legalizar as drogas para que o sistema de monopólio possa causar a proliferação do uso de drogas, pois centenas de milhões de trabalhadores frustrados ou permanentemente desempregados vão recorrer às drogas em busca de consolo.

Em um documento ultra-secreto do Royal Institute of International Affairs, monta-se o cenário da seguinte maneira (em parte): Deve-se consolidar o controle total do tráfico de drogas para que os governos de todos os países sob a nossa jurisdição tenham um monopólio que nós controlaremos através do suprimento… Bares de drogas vão cuidar dos desordeiros e descontentes, dos possíveis revolucionários que se tornaram viciados sem vontade própria…”

O mundo do futuro?

Em suma, a intenção e o propósito do Comitê dos 300 é causar as seguintes condições:

Um governo mundial e um sistema monetário único sob oligarcas hereditários não eleitos pelo povo mas selecionados entre o seu próprio grupo como que num sistema feudal na época da Idade Média. Sob este governo mundial, a população será limitada por meio de restrições contra o número de filhos por família, doenças, guerras, fome, até que um bilhão de pessoas que sejam realmente úteis para os governantes serão introduzidas em áreas que serão definidas restrita e rigidamente vigiado, se tornarão a população total do mundo.

Não haverá classe média, apenas governantes e servos – socialismo ditatorial. Todas as leis serão uniformes sob um sistema de tribunais mundiais obedecendo a um único código penal internacional, apoiado pela força policial de um único Governo Mundial e um poderio militar de um Governo Mundial único para executar leis em todos os ex-países onde não existirá mais limites nacionais. O sistema social será baseado num só programa de assistência social; pessoas que são obedientes e subservientes ao Governo Mundial serão recompensadas com meios de subsistência; as pessoas rebeldes simplesmente morrerão de fome ou serão declaradas marginais, tornando-se assim alvo para qualquer pessoa que queira matá-las. Será proibido o porte de armas de qualquer tipo que seja.

Só se permitirá uma única religião que será na forma da igreja do Governo Mundial. Satanismo, luciferianismo e feitiçaria serão reconhecidos como legítimos dentro do governo mundial, deixando de existir escolas particulares ou igrejas. As igrejas cristãs já foram subvertidas e o cristianismo será coisa do passado quando o Governo Mundial subir ao poder.

Cada pessoa será totalmente doutrinada a acreditar que é uma criatura do Governo Mundial com um número de identificação e todas as informações (documentos, registros médico, residencial, profissional, financeiro) gravados num microchip implantado sob a pele para ser de fácil localização através de GPS, sendo que este número de identificação ficará gravado num arquivo matriz no computador da OTAN em Bruxelas, na Bélgica, podendo ser lido a qualquer momento por qualquer agência do Governo Mundial quando quiserem. Os arquivos matrizes da CIA, FBI, e órgãos da polícia estadual e municipal, do imposto de Renda, da FEMA e do programa de Seguridade Social se expandirão vastamente e formarão a base dos registros pessoais de todos os indivíduos nos Estados Unidos.

Não haverá matrimônio e vida familiar como nós a conhecemos hoje. As crianças serão educadas em institutos como propriedade do estado. Tal experiência foi feita na Alemanha Oriental sobre o governo de Erich Honecker quando crianças eram tiradas dos pais considerados cidadãos desleais ao estado.

Será promovida a pornografia e a apresentação de filmes pornográficos em todo teatro ou cinema, inclusive pornografia de homossexuais e lésbicas. A população mundial anteriormente fértil vai se tornar estéril devido a doenças disseminados através de vacinas ou poluição ao longo da vida. A reprodução humana será rigidamente controlado e será permitido a reprodução humana unicamente através de uma tecnica artificial em laboratório do governo.  Será compulsório o uso de drogas sofisticadas “recreativas” e cada pessoa terá uma quota que poderá adquirir em lojas do Governo Mundial no mundo todo. Expandir-se-á o uso de drogas de prazer de controle mental e o uso das mesmas se tornará compulsório. Essas drogas de controle mental serão administradas no suprimento de alimentos e/ou de água sem o conhecimento e/ou consentimento das pessoas. Serão criados bares de drogas, empresas dirigidos por funcionários do Governo Mundial, onde a classe escrava poderá passar o seu tempo livre. Desta maneira, as massas – todos os que não pertencerem à elite – serão reduzidas ao nível de comportamento de animais controlados sem vontade própria e facilmente arrebanhadas e manipuladas.

O sistema econômico será fascista e se baseará na decisão da classe governante de só permitir que haja alimentos e serviços suficientes para manter os campos de trabalho da massa em funcionamento. Toda a riqueza estará acumulada nas mãos dos membros de elite do Comitê dos 300. Cada indivíduo será doutrinado para entender que depende totalmente do governo para sobreviver. O mundo será governado pelos Decretos Executivos do Comitê dos 300 que se tornarão lei instantaneamente. Boris Yeltsin usava decretos do Comitê dos 300 para impor a vontade do Comitê na Rússia num projeto experimental. Existirão tribunais de punição e não tribunais de correção e justiça.

A indústria será totalmente destruída, junto com os sistemas de energia nuclear e energia livre. Apenas membros do Comitê dos 300 e a sua elite terá direito de usar os recursos da terra. A agricultura estará apenas nas mãos dos membros do Comitê dos 300, sendo a produção de alimentos estritamente limitada e controlada. Isto já começou a ser colocado em prática através de Codex Alimentarius.

A eutanásia será compulsória para os doentes terminais, idosos e deficientes físicos e mentais. Pelo menos 3 bilhões de “bocas inúteis” serão eliminadas até o ano 2050 através de guerras controladas, epidemias organizadas de doenças fatais que evoluem rapidamente e fome através de alimentos irradiados sem vitaminas (Codex Alimentarius). Energia, alimentos e água serão distribuídos em quantidades mínimas apenas para assegurar a subsistência dos que não são elite.

Todos os produtos farmacêuticos essenciais ou não, médicos, dentistas e trabalhadores do campo da saúde serão registrados na central de dados, e nenhum remédio ou assistência médica serão administrados sem permissão direta dos controladores regionais responsáveis por cada cidade, vila ou povoação.

Não haverá papel moeda nem ouro e prata nas mãos de quem não pertencer à elite. Todas as transações serão feitas através de um cartão de débito ou microchip implantado sob a pele que terá o número de identificação do proprietário. Qualquer pessoa que de alguma forma infringiras regras e regulamentos do Comitê dos 300 terá o seu cartão suspenso por tempo predeterminado segundo a natureza e severidade da infração.

Essas pessoas descobrirão, quando forem adquirir alguma coisa, que seu cartão está suspenso e que não poderão obter nenhum tipo de serviço. A tentativa de trocar moedas “velhas”, isso quer dizer moedas de prata e ouro das ex-nações agora já inexistentes, será considerada crime gravíssimo sujeito a pena de morte. Todas estas moedas terão que ser entregues dentro de um prazo, junto com revólveres e qualquer tipo de armas. Apenas a elite e funcionários com altos cargos no Governo Mundial poderão ter armas e dinheiro vivo.

Caso a ofensa seja séria, o cartão será confiscado ao ser apresentado no ponto de verificação. Depois disso essa pessoa não poderá obter alimentos, assistência médica, abrigo e emprego, e será registrada oficialmente como marginal. Desse modo os marginais se agruparão em regiões onde terão que subsistir por seus próprios meios, sujeitos a serem perseguidos e mortos a tiros quando vistos. As pessoas que de alguma forma auxiliarem os marginais também serão mortas. Se algum marginal não se entregar à polícia ou aos militares depois de um determinado período de tempo, um membro da sua ex-família será selecionado ao acaso para pagar a sentença na prisão em seu lugar.

Todos os serviços de informação e a imprensa estarão sob o controle do Governo Mundial. Medidas regulares de lavagem cerebral serão consideradas “entretenimento” da mesma maneira que foi praticada e se tornou uma arte no mundo atual, só que no futuro a tecnologia de controle mental usado na mídia será infinitamente mais eficiente. Jovens tirados de seus “pais desleais” receberão educação especial com a finalidade de embrutecê-los. Jovens de ambos os sexos serão treinados para serem carcereiros, militares e espiões do Governo Mundial.

O Comitê dos 300 há muito que aperfeiçoou seus planos para desestabilizar a civilização como nós a conhecemos. Na Europa Ocidental as nações estão trabalhando para formar uma federação de estados dentro da estrutura de um governo com só uma moeda. De lá o sistema do Mercado Comum Europeu será transferido aos poucos para os Estados Unidos e o Canadá. As Nações Unidas estão se transformando metodicamente num carimbo de aprovação para o governo mundial, sendo as suas políticas ditadas pelos Estados Unidos como vimos no caso da Guerra do Golfo.

Países sob um regime de assistência social existem em abundância na Europa, e os Estados Unidos estão se tornando rapidamente no país onde o povo mais vive com base na assistência social. Hoje existem mais de 45 milhões de americanos vivendo com subsidio de vale-refeição do geverno. Uma vez que as pessoas passem a depender do governo para a sua subsistência, será muito difícil desligá-las disso.

A proibição do porte de armas particulares já está em vigor em três quartos do mundo. Somente nos Estados Unidos a população ainda pode possuir as armas de fogo, mas este direito está sendo violado a nível alarmante através de leis municipais e estaduais que infringem o direito constitucional que todos os cidadãos têm de porte de armas. Até chegarmos ao ano 2015, porte de armas particulares terá se tornado algo obsoleto nos Estados Unidos.

Semelhantemente, a educação está sendo minada a um ritmo alarmante. Escolas particulares estão sendo forçadas a fechar devido a uma série de estratagemas legais e falta de condições financeiras para funcionarem. O padrão de educação nos Estados Unidos já afundou a um nível tão deplorável que hoje mal pode ser chamado de educação. Isto está de acordo com o plano; como eu descrevi anteriormente, o Governo Mundial não quer que os nossos jovens recebam uma educação adequada.

O desejo de ser livre

Entretenimento popular, principalmente a indústria cinematográfica, foi usada para fazer cair no descrédito aqueles que fizeram advertências sobre esta ameaça tão perigosa à liberdade individual e à liberdade do ser humano.

Liberdade é uma lei dada por Deus que o homem constantemente buscou subverter e minar, mesmo assim o anseio que cada indivíduo tem por liberdade é tão grande que até agora nenhum sistema conseguiu arrancar esse sentimento do coração humano. As experiências conduzidas na URSS, Grã-Bretanha e nos EUA, para sufocar a ânsia pela liberdade, até agora não obtiveram êxito.

Mas, com a ascensão da Nova Ordem Mundial/Governo Mundial, vão ser agilizadas amplas experiências para extirpar da mente, corpo e alma do homem aquele anseio por liberdade que Deus lhe deu. O que já está ocorrendo não é nada, é algo insignificante em comparação com o que está por vir. O ataque à alma é a essência de uma multidão de experiências que estão sendo maquinadas.

Manipulação da opinião pública

O que toma o Comitê incrível é o sigilo também incrível que prevalece a respeito dele. Nenhum órgão noticioso jamais mencionou essa hierarquia de conspiração, portanto, como seria de se esperar, as pessoas duvidam da sua existência. Grande parte do Comitê dos 300 está sob o controle da monarquia britânica, neste caso Elizabeth II.

Não existe uma entidade que o Comitê não possa influenciar e controlar, e é óbvio que o campo da comunicação é rigorosamente controlado. Se olharmos para a RCA, veremos que a sua diretoria é composta de personalidades proeminentes na Grã Bretanha e nos Estados Unidos que também têm altos cargos em outras organizações, como por exemplo no Conselho das Relações Exteriores, OTAN, no Clube de Roma, na Comissão Trilateral, nos Maçons, no Skull and Bones, Bilderbergers, Round Table, Sociedade Milner e na Sociedade Jesuíta-Aristotles. Entre estas pessoas se encontrava David Sarnoff, que se mudou para Londres ao mesmo tempo que Sir William Stephenson se mudou para o prédio da RCA em Nova Iorque.

As três maiores redes de televisão vieram da RCA, principalmente a National Broadcasting Company (NBC), que foi a primeira, e logo depois surgiu a American Broadcasting Company (ABC) em 1951. A terceira grande rede de televisão foi a Columbia Broadcasting System (CBS) que, como as duas outras companhias, era e continua sendo dominada pelos serviços secretos britânicos. William Paley recebeu instrução técnica de lavagem cerebral em massa no Instituto Tavistock antes de ser considerado qualificado para dirigir a rede CBS.

Yankelovich utilizou ao máximo todo o conhecimento adquirido durante a Segunda Guerra Mundial. Yankelovich, como guerreiro de segunda geração, é incomparável; é por isso que as pesquisas da ABC conduzidas pela empresa dele sempre são as que definem a “opinião pública”. A população dos Estados Unidos estava sendo alvo de um ataque ao seu senso de realidade. Logicamente esta técnica é um treina-mento padrão para certos grupos de serviço secreto, inclusive a CIA.

Yankelovich como o mais antigo manipulador da opinião pública no Comitê dos 300, ninguém duvida que Yankelovich fez um trabalho incomparável. Como e onde tudo isso começou?

De acordo com documentos que falam da Primeira Guerra Mundial que consegui recolher e examinar no Escritório de Guerra em Whitehall Londres, parece que o Royal Institute for International Affairs foi incumbido pelo Comitê dos 300 de fazer um estudo sobre manipulação de informação de guerra. Esta tarefa foi dada ao Lord Northcliffe e ao Lord Rothmere e Arnold Toynbee, que era agente M16 no RIIA. A família de Lord Rothmere era dona de um jornal que estava acostumado a apoiar diversas posturas do governo, por isso considerou-se que o jornal poderia alterar a percepção do público, principalmente entre o número cada vez maior de pessoas que eram contra a guerra.

O projeto foi sediado na Wellington House. Especialistas americanos convocados para ajudar Lord Rothmere e Northcliffe foram Edward Bemays e Walter Lippman. O grupo teve sessões “quebrando a cabeça” para desenvolverem técnicas de mobilização de apoio em massa para a guerra, principalmente entre a classe operária cujos filhos, esperava-se, seriam mandados em massa para os campos de chacina de Flanders.

Através do jornal de Lord Rothmere, experimentaram-se novas técnicas de manipulação e, depois de um período de seis meses, ficou óbvio que tinham obtido êxito. Os pesquisadores descobriram que apenas um pequeno grupo de pessoas conseguia raciocinar e tinha a capacidade de analisar o problema, ao passo que o resto apenas expressava a sua opinião. Segundo Lord Rothmere, foi assim que 87% do povo britânico reagiu à guerra, simplesmente expressando suas opiniões sem entenderem a realidade subjacente. Ele teorizou que o mesmo princípio se aplicava não só à guerra, mas a todo problema possível e imaginário na sociedade. Sendo assim, se a opinião do povo pode ser moldada e manipulada, então pode-se controlar o povo.

Quando os manipuladores depararam com essa conclusão tão significativa, eles experimentaram isso vez após vez durante a guerra, de modo que, apesar de centenas de milhares de jovens britânicos estarem sendo chacinados nos campos de batalha da França, não se levantava praticamente nenhuma oposição àquela guerra sangrenta. Os registros daquela época mostram que até o ano de 1917, logo antes dos Estados Unidos começarem a participar da guerra, 94% da classe operária britânica que estava agüentando todo o sofrimento e as conseqüências da guerra, não tinha a mínima idéia do objetivo da guerra, a não ser aquela imagem criada pelos manipuladores da imprensa de que os alemães eram urna raça horrível que queria destruir a monarquia e o país deles e que por isso tinham que ser aniquilados da face da terra.

Logicamente nada mudou, porque em 1991 aconteceu a mesmíssima situação criada pelos órgãos noticiosos, que permitiu que o presidente Bush violasse flagrantemente a Constituição travando uma guerra de genocídio contra a nação do Iraque com o consentimento de 87% do povo americano.

“A manipulação consciente e inteligente de hábitos organizados e opiniões das massas é um elemento importante numa sociedade democrática. As pessoas que manipulam esse mecanismo invisível da sociedade são um governo invisível, que é o verdadeiro poder governante no nosso país.”

E para apoiar a sua posição, Bernay citou o artigo de H. G. Wells publicado no New York Times. Wells apoiou entusiasticamente a idéia de meios modernos de comunicação que “abririam um novo mundo de processos políticos que permitiriam que o desígnio comum fosse documentado e apoiado contra a perversão e a traição” (ao governo invisível.)

Continuando com as revelações no livro Propaganda:

“Nós somos governados, nossas idéias são moldadas, nossos gostos são formados, nossos conceitos são sugeridos, principalmente por homens dos quais nunca ouvimos falar. Qualquer que seja a atitude que alguém decida tomar contra esta condição, mesmo assim é um fato que em praticamente cada ação que tomamos na nossa vida cotidiana, quer seja no campo político ou dos negócios, na nossa conduta social ou na nossa ética, somos dominados por um número relativamente pequeno de pessoas, uma fração mínima dos nossos 7 bilhões que entendem os processos mentais e os padrões sociais das massas. Essas pessoas que mexem os pauzinhos são as que controlam a mente do povo, as que controlam as velhas forças sociais e inventam novas maneiras de restringir e guiar o mundo.”

Bernay não teve coragem de revelar ao mundo quem eram os “eles” que “mexem os pauzinhos que controlam a mente do povo…”, mas neste livro nós estamos compensando esse lapso intencional da parte dele revelando a existência desse “grupo relativamente pequeno de pessoas”, o Comitê dos 300.

O governo invisível do Comitê dos 300 exerceu uma tremenda pressão nos Estados Unidos para mudar o seu modo de agir – para pior. Os Estados Unidos são o último reduto da liberdade, e a menos que nos tirem essa liberdade o progresso para o Governo Mundial será consideravelmente retardado. Tal trabalho é algo de proporções imensas para o Governo Mundial, exige muita habilidade de organização, controle de governos e suas políticas. A única organização que poderia ter assumido esta tarefa monumental com alguma esperança de êxito é o Comitê dos 300, e acabamos de ver até que ponto ele chegou, quase obtendo o êxito total.

Fonte: http://www.umanovaera.com/conspiracoes/o_comite_dos_300.htm

———————————————————————————————————————————————

Revista Scientific American: Matem Mais Bebês Para Salvar a Terra

Veja este Vídeo chocante: Bébé com poucas semanas de vida

Após o vazamento de um projeto das Nações Unidas que delineou o plano para substituir a propaganda do medo sobre o aquecimento global com a ameaça da superpopulação, um artigo da revista Scientific American aborda este mesmo tópico, forçando a noção de que programas de aborto em massa e controle de natalidade precisam ser encorajados a fim de reduzir a quantidade de seres humanos exalando dióxido de carbono no planeta.

Em última análise, planejamento familiar por si só – como o uso de preservativos- em algumas partes do mundo com populações em crescimento, incluindo os EUA, poderia conter, de uma maneira significativa, o crescimento populacional, escreve David Biello.

Para sustentar sua argumentação, Biello menciona um artigo escrito por Paul Ehrlich, um eugenista desacreditado que, certa vez, declarou que “todos vão desaparecer em uma nuvem de vapor azul.

Ehrlich, que escreveu Ecoscience com John P. Holdren, o livro onde os autores defendem a colocação de drogas no abastecimento de água para esterilizar pessoas e abortos forçados, é famoso por suas previsões imprecisas e espetaculares sobre como a superpopulação iria destruir o meio ambiente.

O artigo citado por Biello defende uma campanha de relações públicas dirigidas às mulheres para incentivá-las a praticar o aborto com a finalidade de reduzir a quantidade de gases de efeito estufa na atmosfera. Em outras palavras, mais bebês precisam ser mortos para evitar que eles exalem CO2.

A verdade por trás dos temores sobre superpopulação é a redução do nível de vida global, fazendo com que o terceiro mundo nunca se torne economicamente próspero e, ao mesmo tempo, destruindo a classe média das nações ocidentais.

O objetivo das instituições globalistas é “limitar e reorientar as aspirações por uma vida melhor das classes médias em todo o mundo”, em outras palavras, reduzir o padrão de vida das classes médias na Europa Ocidental e América.

Similarmente, em seu artigo, Biello denuncia que “pessoas mais ricas” levariam a um aumento no consumo, mais uma vez revelando o fervor eugenista com que os ambientalistas querem impedir o terceiro mundo de sair da pobreza e da fome.

Na realidade, sempre que um país se desenvolve e se torna mais próspero, a população cai naturalmente, reforçando o fato de que os ambientalistas não se importam com a ameaça representada pela superpopulação, mas, sim, com o que representaria para a elite a existência de uma classe média forte.

Controles ambientais que impedem o desenvolvimento das nações do terceiro mundo e promovem fome, superpopulação e miséria, que é exatamente o que as elites querem que aconteça.

Os avisos sobre a ameaça representada pela superpopulação são fundamentalmente falhos. Na realidade, subpopulação será visto como o maior perigo para a prosperidade humana na segunda metade do século 21.

Dados da ONU indicam, claramente, que a população se estabilizará em 2020 e, em seguida, cairá dramaticamente depois de 2050. O jornal The Economist publicou em 2009 que:

fertilidade está caindo e as famílias estão encolhendo em alguns lugares como o Brasil, a Indonésia e até mesmo em partes da Índia (lugares onde as pessoas pensam estarem repletos de crianças). A taxa de fertilidade da metade do mundo está agora em 2,1 ou menos -o número mágico que é consistente com uma população estável e é normalmente chamado de “taxa de reposição da fertilidade”-. Em algum momento entre 2020 e 2050, a taxa de fertilidade do mundo vai cair abaixo da taxa de substituição global. “

A contagem de esperma global caiu um terço desde 1989 e pela metade nos últimos 50 anos. Este declínio está acelerarando enquanto casais encontram mais dificuldades para terem filhos. Em estudos com homens brancos europeus, a taxa de declínio de esperma é 50 por cento nos últimos 30 anos. Na Itália, isso equivale a uma redução da população em 22 por cento até 2050. A redução da população já está ocorrendo entre os habitantes nativos em muitas áreas da Europa e América.

O processo de redução da população global poderia naturalmente ocorrer aliviando a pobreza do terceiro mundo e elevando o nível de vida das pessoas em todo o mundo. Ao invés disso, globalistas querem atingir este objetico promovendo envenenamento em massa de nossos alimentos e da água.

Além disso, os governos já estão desenvolvendo bombas de nêutron que destroem humanos, mas não os edifícios, “para a limpeza étnica extrema em um mundo cada vez mais populoso”, segundo um relatório de 2007 do Ministério da Defesa Britânico , que previu que o uso de tais bombas poderia levar à aplicação de “força letal sem intervenção humana, elevando questões éticas e legais”. Vimos tempos atrás como outro eugenista, Bill Gates, defendia o uso de vacinas como forma de acabar com o problema do CO2, reduzindo a população.

Como vimos em um post anterior, a superpopulação é um mito. Globalistas e eugenistas deturparam estatísticas populacionais ao longo de décadas, a fim de justificar a sua agenda para acabar com grande parte da população. Se essa agenda genocida continuar, a humanidade vai seguir o caminho do Brontossauro.

Fonte

———————————————————————————————————————————————